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  • Vereadora Marcela Trópia faz balanço de 3 anos como presidente da Comissão de Educação 

    Marcela Trópia realizou nesta quarta, 29, uma reunião para prestar contas do seu trabalho como presidente da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura, Desporto, Lazer e Turismo da Câmara de Belo Horizonte. A vereadora foi eleita para o cargo em 2021 e entregará o posto ao final de 2023.

    O evento proporcionou uma retrospectiva sobre a gestão da vereadora à frente como presidente. Ela mostrou os esforços empreendidos na luta pela reabertura segura das escolas e na posterior recuperação da aprendizagem e diminuição da evasão escolar. 

    O balanço apresentado demonstra que o colegiado apreciou 99 projetos de lei, 674 requerimentos e 268 pedidos de informação. No período, o grupo realizou 93 audiências públicas e 161 visitas técnicas em todas as regionais de Belo Horizonte.

    O evento contou com a participação de várias autoridades da pauta de educação: a professora Lavínia Rosa Rodrigues, Reitora da Universidade do Estado de Minas Gerais, Felipe Michel Santos Araújo Braga – Presidente da Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais, Antônio Carlos Cabral – Presidente do Conselho Empresarial de Educação da ACMinas, Marcos Raggazzi Diretor Executivo das Unidades Escolares Rede Bernoulli, Carolina Campos, Fundadora e Diretora Executiva do Vozes da Educação, Cláudia Lara Superintendente Regional de Ensino, Eugênio Batista Leite, vice-presidente do SINEPE e Jorge Bastos, Diretor da Associação Comercial e Empresarial de Minas.

    A vereadora expressa gratidão pelas conquistas à frente da comissão. “Essa jornada foi um esforço em grupo e estou super orgulhosa do que conseguimos alcançar. Enfrentamos um dos momentos mais difíceis da história para a educação por conta da pandemia, mas conseguimos entregar muita coisa que impacta o ensino dos jovens de Belo Horizonte“, comenta Marcela Trópia.

    A vereadora disponibiliza um relatório completo dos três anos de trabalho na presidência da comissão que pode ser acessado pelo link. 

  • Marcela Trópia: impactos na educação pública de BH

    A vereadora Marcela Trópia promoveu sua campanha de 2020 mostrando para os eleitores seu sonho grande de transformar a educação pública de BH.

    Depois de eleita vereadora, Marcela assumiu a presidência da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Belo Horizonte. A vereadora ocupa o cargo desde então e busca trazer para a cidade políticas públicas que garantam um sistema educacional de excelência.

    Além disso, Marcela defende que é essencial embasar as políticas voltadas para a educação em dados e se inspirar em soluções de sucesso

    Este artigo relembra algumas entregas que o mandato da Vereadora Marcela Trópia trouxe para a educação pública de Belo Horizonte.


    Buscando diminuir a evasão escolar

    O Brasil possui aproximadamente 3,2 milhões de jovens com 19 anos e apenas 2 milhões deles (63,5%) concluíram o Ensino Médio. Dos 1,2 milhão de jovens que ainda não finalizaram a Educação Básica, 62% (720 mil) já nem frequentam mais a escola e, desses, mais da metade (55%) parou os estudos ainda no Ensino Fundamental.

    Há baixa perspectiva de o jovem brasileiro concluir estudos na idade certa, sendo o cenário de defasagem da educação pública em Belo Horizonte impactante para o panorama nacional.

    Nesse sentido, torna-se evidente a necessidade de se adotar medidas de curto e longo prazo para tornar o ambiente escolar mais atrativo aos estudantes.

    Diante disso, a Lei Escola Feliz, da vereadora Marcela Trópia, define princípios e diretrizes para a formulação e implementação de políticas públicas em Belo Horizonte que estimulem estudantes a permanecerem na escola.

    A lei da vereadora busca tirar o obstáculo da evasão do futuro dos estudantes belo-horizontinos.


    Levando transparência para as escolas municipais

    Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA) apontam que a participação da comunidade na definição e implementação de políticas públicas e no cotidiano escolar é fator fundamental na melhoria da qualidade da educação. 

    Assim surge a Lei Transparência nas Escolas, da vereadora Marcela Trópia. A legislação permite que a sociedade possa acompanhar de perto o serviço prestado nas escolas municipais.

    Em outras palavras, a Prefeitura terá que disponibilizar ao cidadão informações como valores dos repasses públicos às escolas, número de alunos atendidos pelas escolas, nota de avaliações de desempenho e número de servidores lotados na escola.

    Com essa lei, abrem-se as portas das escolas para que as famílias possam acompanhar, fiscalizar e participar da gestão desses equipamentos tão importantes.

    Leia também: Transparência nas escolas: por que é importante.


    Saúde e educação pública andam lado a lado

    A vereadora Marcela Trópia destinou R$ 1.2 milhão em emendas parlamentares para garantir atendimento oftalmológico às crianças e adolescentes da rede municipal. 

    O projeto começou com o atendimento de 1 mil alunos que aguardavam na fila do SUS por uma consulta. Em seguida, as escolas começaram a realizar os exames para facilitar o atendimento de todos os estudantes do ensino fundamental.

    O projeto vai garantir que cerca de 100 mil alunos de 6 a 15 anos recebam exames de rastreamento ocular, com teste de acuidade visual. Os estudantes que apresentarem problemas oftalmológicos serão encaminhados para consulta especializada. 

    A detecção de problemas de visão nas primeiras idades das crianças resulta em um impacto positivo não só no desenvolvimento do tratamento da condição, mas também na melhora no desempenho escolar das crianças.

  • Transparência nas escolas: por que é importante


    Desde a campanha de 2020, a transparência é um valor inegociável no mandato da vereadora Marcela Trópia. O acesso à informação é direito do cidadão, e a transparência é um dever do servidor público, pois é assim que garantimos que a adminstração da cidade seja fiscalizada. 

    Na educação, a transparência também desempenha papel importante, fundamental para aprimorar sua qualidade. Ao divulgar de forma acessível informações do sistema de ensino da cidade, o setor público promove a prestação de contas à comunidade. Assim, abrimos as portas das escolas para que as famílias possam acompanhar, fiscalizar e participar da gestão desses equipamentos tão importantes.

    Um exemplo da importância de se ter transparência nas escolas foi o episódio em que a vereadora Marcela Trópia identificou um déficit de 4 mil matrículas de alunos na rede municipal. Foi a partir da análise de dados nas prestações de contas da Prefeitura que encontrou essa falha, apontando a necessidade de melhoria de gestão de dados da Secretaria Municipal de Educação. 


    Transparência nas escolas não é um valor negociável


    Marcela Trópia sempre deixou claro que transparência é um valor do seu mandato. Portanto, a vereadora já conquistou várias entregas para garantir essa prática tão importante para o bom funcionamento do setor público em Belo Horizonte. 

    Em relação ao ensino dos jovens de Belo Horizonte, são evidentes os sinais da necessidade de se ter transparência nas escolas. Os ganhos são vários sob o mote da confiança e fiscalização das políticas públicas de educação e do funcionamento das instituições de ensino.

    Confira a prestação de contas do mandato Marcela Trópia


    Melhora no ensino


    Dados são fundamentais para uma gestão qualificada. Eles são a base para indicadores de qualidade da gestão. Cobrar transparência é cobrar um gestão baseada em dados e evidências.

    Além disso, com acesso a dados íntegros sobre o desempenho da escola como resultados de teste, currículos e planos de aula, os pais passam a ter maior conhecimento do que seus filhos estão estudando. Isso permite que passem a poder ajudar as crianças na aprendizagem de conteúdos de forma mais embasada e eficiente. 

    Sem contar com o fato de que isso facilita a busca pela melhoria na qualidade do ensino ao munir alunos, pais e funcionários com o conhecimento sistematizado sobre os resultados alcançados por alunos e professores.


    Lei Transparência nas Escolas


    Uma das soluções da vereadora Marcela Trópia para impulsionar a transparência nas escolas públicas de Belo Horizonte foi a aprovação da Lei 11.500/2023.

    A Lei cria a Política de Transparência Ativa e Dados Abertos das Escolas Municipais.

    Segundo a determinação, a Prefeitura de BH vai ter que criar um espaço no seu site para disponibilizar informações como taxa de frequência escolar, matrícula dos alunos e valor das transações feitas pelas instituições.

    A lei promove a transparência nas escolas e a participação e fiscalização do cidadão dentro do ambiente escolar. Ou seja, a regra abre espaço para que familiares e alunos participem ainda mais do aprendizado dos alunos e do cuidado com as escolas.

    O projeto foi apresentado em parceria com a vereadora Professora Marli na Câmara de Belo Horizonte. 

    A participação da comunidade escolar é fundamental para melhorar a educação das crianças. Além disso, com dados em mãos, os legisladores da cidade vão construir políticas públicas cada vez mais eficientes para a educação que Belo Horizonte precisa.

    Nesse sentido, por beneficiar os alunos que estão em processo de aprendizagem, o mandato da vereadora Marcela Trópia não abre mão da transparência nas escolas.

  • Exames de vista em BH: A importância da detecção precoce para melhorar o desempenho escolar das crianças

    Problemas de visão podem impactar significativamente o aprendizado das crianças caso não recebam tratamentos adequados. Atrapalham seu desempenho escolar ao impor dificuldades na leitura, desvios de atenção e etc. 

    Além disso, algumas complicações oculares, como a Ambliopia, podem evoluir para problemas mais sérios caso o tratamento não ocorra em tendo adequado.

    É fundamental que a criança receba um diagnóstico o mais cedo possível para que o problema seja rapidamente identificado e tratado. Cerca de 30% das crianças brasileiras que estão na escola têm algum problema de visão.

    Investir em políticas públicas para fornecer exames de vista nas escolas, por exemplo, é fundamental para garantir um bom cuidado para as crianças.

    A cidade de Belo Horizonte possui uma política pública de realização de mutirões de exame de vista nas escolas municipais da cidade. Os mutirões acontecem devido a destinação de verbas parlamentares do orçamento impositivo, feita pela vereadora Marcela Trópia, presidente da Comissão de Educação da Câmara de BH. 

    Este artigo demonstra que a detecção de problemas de visão nas primeiras idades das crianças resulta em um impacto positivo não só no desenvolvimento do tratamento da condição, mas também na melhora no desempenho escolar das crianças. Além disso, explica como funciona o Mutirão de Exames de Vista, financiado pelas verbas parlamentares da vereadora Marcela Trópia e executado pela Prefeitura.


    Problemas de visão e seu impacto no aprendizado

    Déficit de aprendizagem 

    A visão desempenha um papel fundamental no desempenho escolar. Dessa forma, crianças com boa acuidade visual conseguem absorver e processar informações de forma mais eficiente do que as que apresentam problemas oculares. Ou seja, problemas de visão causam nas crianças dificuldade na leitura, problemas de atenção, concentração e baixa confiança, que acabam gerando baixo desempenho acadêmico.

    Um estudo que analisou o desempenho acadêmico de crianças em virtude de problemas visuais, apontou que as que tinham déficit visual apresentaram notas de matemática significativamente menores que as sem déficit.

    A conclusão do estudo aponta que “um distúrbio visual não diagnosticado pode interferir no desempenho escolar”. 

    Outro estudo demonstrou que 34,8% de alunos do terceiro ano do Ensino Fundamental da rede pública de Juiz de Fora têm problemas de visão. Desses, apenas 75% tiveram rendimento escolar satisfatório em comparação com 89,5% dos alunos com visão normal.


    Problemas de visão e abandono escolar

    Além do problema de rendimento, problemas de visão podem influenciar o abandono escolar. Nesse sentido, antes da pandemia do Covid-19, o motivo de mais de 20% dos alunos do ensino fundamental abandonarem as escolas era a existência de problemas de visão.

    Pensar em políticas públicas de prevenção ao abandono e evasão escolar passa por compreender que são problemas também de saúde pública.


    Exame oftalmológico na infância para prevenir dificuldades futuras

    Além de diminuir problemas de déficit de aprendizado, identificar e tratar problemas de visão nos primeiros anos da idade de uma criança é essencial para evitar o agravamento das condições. 

    Os problemas de visão mais comuns em estudantes são os erros de refração, que afetam o foco da luz é focada dentro do olho. Essas condições como miopia, hipermetropia e astigmatismo não corrigidos são uma das principais causas de deficiência visual nas crianças no Brasil.

    Por fim, o tratamento dá as ferramentas necessárias para inserir a criança com dificuldades visuais no ambiente da sala de aula de forma plena. Quanto mais cedo iniciar, mais eficiente é e menos a criança sofre.


    Emenda da vereadora Marcela Trópia: Mutirão de exames de vista nas escolas de BH

    No final de 2022, a vereadora Marcela Trópia anunciou o começo do Mutirão Oftalmológico nas escolas públicas de BH, uma das principais ações do seu mandato. 

    Marcela Trópia, que é presidente da Comissão de Educação da Câmara de Belo Horizonte, destinou R$ 1,2 milhão para garantir exames de vista para cerca de 100 mil alunos.

    Crianças de 6 a 15 anos do ensino fundamental de todas as escolas públicas municipais de BH vão fazer testes de acuidade visual, exame rápido e funcional para checar a capacidade funcional da vista das crianças. 

    “Sabemos o quão importante é cuidar da saúde ocular dos estudantes, pois ela tem um impacto direto em seu desempenho acadêmico”, explica a vereadora.

    Saúde e educação caminham lado a lado, e não se pode ignorar o fato de que muitos estudantes enfrentam dificuldades de aprendizagem devido a problemas de visão não diagnosticados. 

    Portanto, investir em exames de vista é uma forma efetiva de garantir que essas dificuldades sejam identificadas precocemente e tratadas adequadamente.

    A vereadora Marcela Trópia está comprometida em garantir que nenhum estudante seja privado do direito à educação devido a problemas de visão. 

    Leia também: Mutirão de Exames de Vista para 100 mil alunos da rede municipal

  • Entregas da vereadora Marcela Trópia para a educação de Belo Horizonte

    Desde antes da pandemia, a qualidade do ensino em Belo Horizonte já estava em queda. Em 2019, um ano antes da Covid-19, o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi desastroso. Caímos de 6,3 para 6 nos anos iniciais do ensino fundamental e de 4,9 para 4,7 nos anos finais. 

    Com a pandemia e o fechamento das escolas por mais de 400 dias, recuperar a nossa educação ficou ainda mais urgente. 

    Como presidente da Comissão de Educação, a vereadora Marcela Trópia tem sido a líder na defesa de pautas importantes para a educação na cidade. Desde 2021, seu primeiro ano de mandato, lutou pela volta às aulas, o combate à evasão e a implementação do reforço escolar.

    Este artigo mostra tudo o que a vereadora Marcela Trópia realizou pela educação de Belo Horizonte em quase 2 anos e meio de mandato. Confira. 

     

    Conquista da reabertura das escolas de BH

    A volta do ensino presencial em Belo Horizonte foi deixada em segundo plano pelo ex-Prefeito Alexandre Kalil. Durante a flexibilização da abertura da cidade, até a liberação de público no Mineirão foi priorizada em relação à volta da reabertura das escolas, fato que foi denunciado pela vereadora Marcela Trópia. 

    Trópia defendeu a reabertura segura das escolas, respeitando as medidas de restrição da Covid-19. Essa abordagem seguiu as recomendações da Unesco e da Unicef que foram deliberadamente desconsideradas pela Prefeitura na época.

    Além disso, a vereadora realizou 5 audiências públicas, cobrou os critérios que a Prefeitura utilizou para fechar as escolas e apresentou ao TJ-MG uma ação popular para suspender o decreto que adiou o retorno presencial. Também foi relatora do Projeto de Lei Educação Essencial, para proteger a formação dos jovens de suspensões arbitrárias no futuro.

     

    Defasagens no ensino subestimadas 

    Com a volta às aulas presenciais e o fim da pandemia, Marcela Trópia passou a intensificar a cobrança para que a Prefeitura levasse a sério os problemas das defasagens no ensino. 

    Trópia cobrou a implantação de reforço escolar, essencial para recuperar o tempo perdido do aprendizado dos jovens. Além disso, a vereadora Marcela também combateu a evasão e o abandono escolar, intensificados na Pandemia. 

    Trópia realizou uma audiência pública sobre os problemas com vários especialistas e indicou a criação do Cadastro de Permanência do Aluno, para que a Secretaria de Educação pudesse identificar os alunos com risco de evasão.

    A entrega mais importante de combate ao abandono e à evasão escolar foi o Projeto de Lei Escola Feliz, aprovado e sancionado pela Prefeitura, com o propósito de consolidar uma política pública contra o abandono e à evasão, tornando a escola um ambiente mais atrativo para recuperar os estudantes que saíram.

     

    Mutirão oftalmológico

    Antes da pandemia, dados do Ministério da Educação mostravam que 22,9% da evasão escolar era causada por problemas de visão nas crianças. Em outras palavras, a visão alterada faz com que elas fiquem desatentas, agitadas e desenvolvam dificuldade para aprender.

    Como solução, Marcela Trópia destinou R$ 1.3 milhão em emendas parlamentares para promover o atendimento oftalmológico para todas as crianças e adolescentes das escolas públicas. A iniciativa da vereadora Marcela vai garantir exames de vista para 100 mil alunos do ensino fundamental e médio da rede municipal de Belo Horizonte.

    Saiba mais sobre o Mutirão Oftalmológico

     

    Saúde mental

    A readaptação que as crianças estão vivendo ao ensino presencial tem prejudicado e pressionado a sua saúde mental. A vereadora Marcela Trópia afirma que recebeu diversos relatos de estudantes com depressão, ansiedade e de terem vivenciado situações de violência nas escolas.

    Além disso, Trópia destaca que grande parte das escolas de Belo Horizonte não está preparada para lidar com a saúde mental das crianças. 

    Buscando enfrentar esse problema, Marcela Trópia realizou uma audiência pública com representantes do Vozes da Educação, consultoria técnica especializada em inteligência educacional. Representantes de outras entidades também participaram do debate, como psicólogos e membros da Secretaria Municipal de Educação de Londrina.

    Ainda em relação à saúde mental dos alunos, Trópia apresentou emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para garantir destinação de recursos para cumprir a Lei Nacional 13.935/2019, que prevê que as escolas devam oferecer serviço de psicologia e assistência social

     

    Tecnologia nas escolas

    O mandato da vereadora Marcela Trópia identificou que a compra de equipamentos para professores e alunos durante a pandemia ocorreu de maneira lenta e ineficiente.

    Até o fim de 2021, os alunos da rede pública municipal não tinham recebido nenhuma aula online porque a compra dos quase 50 mil tablets terminou apenas em dezembro do mesmo ano.

    Marcela Trópia cobrou que a Secretaria de Educação criasse um planejamento adequado para o uso dos equipamentos adquiridos. Além disso, apresentou pedido de informação sobre as medidas que a Prefeitura tomou para fortalecer a infraestrutura tecnológica nas escolas e apresentou emendas à LDO para garantir a execução das ações de aprimoramento do uso de tecnologia nas escolas.

     

    Projetos de Lei

     

    Transparência nas escolas 

    Um dos valores que a vereadora Marcela Trópia acredita é na transparência no setor público, pois permite a fiscalização dos serviços pela população e contribui para que a política pública seja mais eficiente. O projeto, sancionado no dia 25 de maio pelo Prefeito, ainda permite que a comunidade escolar possa acompanhar a parte financeira das instituições e fiscalizar como os jovens estão sendo formados pelas escolas. 

     

    Matrícula de irmãos

    Em parceria com os vereadores Nikolas Ferreira, Reinaldo Gomes Preto Sacolão e a vereadora Professora Marli, o projeto – que já virou lei – foi feito para garantir o direito de irmãos estudarem na mesma escola, segundo Marcela Trópia.

     

    Adote uma Escola

    O projeto da vereadora Marcela Trópia foi apresentado para permitir que a comunidade escolar possa adotar escolas para melhorar suas estruturas.

    Segundo Trópia, “Muitas empresas possuem programas de responsabilidade social e se interessam por investir em projetos que beneficiem a sociedade, e isso inclui promover avanço na educação da cidade”.

     

    Escola Feliz

    O projeto da vereadora Marcela foca em combater o abandono e a evasão escolar. Já foi sancionado como lei e define 5 princípios e 15 diretrizes para a política pública educacional no município, focados em desenvolver programas, ações e articulação entre órgãos públicos que possam estimular os estudantes a permanecerem na escola.

    Uma das diretrizes estabelecidas pelo projeto é a expansão do número de escolas com ensino integral.

    Saiba mais sobre os projetos de lei da vereadora Marcela Trópia

     

    Mandato da educação em Belo Horizonte

    Educação é prioridade para o mandato da vereadora Marcela Trópia. A vereadora tem buscado, desde o início do mandato, usar a influência e prerrogativas de ser a Presidente da Comissão de Educação para fiscalizar as ações da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Educação.