Autor: Marcela Trópia

  • Jantar Palestra da ACMinas reúne jovens empreendedores de BH

    Na quarta-feira, 26, a vereadora Marcela Trópia (NOVO), participou do Jantar Palestra da Associação Comercial de Minas Gerais (ACMinas Jovem). O evento reuniu os associados para uma palestra do presidente do ABC da Construção, Tiago Moura.

    O evento contou com a participação de Gustavo Figueroa, presidente do Conselho Empresarial Jovem da ACMinas, além dos associados e outros convidados da instituição.

    A ACMinas Jovem tem o propósito de incentivar o empreendedorismo jovem em Belo Horizonte. A associação busca a participação no meio empresarial, político, econômico e social, com o propósito de incentivar o crescimento de Minas Gerais.

    Marcela Trópia faz parte da instituição desde 2016 e esteve na diretoria do Conselho entre 2017 e 2020. Segundo a vereadora, foi uma experiência única que permitiu que ela conhecesse de perto os desafios de quem empreende em Belo Horizonte.

    “Eventos como esse são fundamentais na cidade para promover debates, discussões, negócios, parcerias e muitos aprendizados sobre o desenvolvimento no setor de comércio, que é o grande responsável pela geração de emprego e renda na cidade e no estado”, afirma Marcela Trópia.

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    Equipe Marcela Trópia

  • Programa Escola Feliz em BH: o que é a Lei 11.457/2023

    Descrição

    A Lei 11.457/2023 institui o Programa Escola Feliz na rede municipal de Belo Horizonte. De autoria da vereadora Marcela Trópia, coloca o cuidado com o ambiente escolar e com o bem-estar do aluno no centro da educação, ao lado do aprendizado.

    Contexto

    Criança aprende melhor em escola que cuida do bem-estar dela, e não só da nota. O ambiente escolar acolhedor faz parte do resultado educacional.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia criou o Programa Escola Feliz, que orienta a rede a cuidar do ambiente e do bem-estar do aluno como parte da política educacional do município.

    Perguntas frequentes

    O que é o Programa Escola Feliz de BH?

    É o programa criado pela Lei 11.457/2023, da vereadora Marcela Trópia, que coloca o cuidado com o bem-estar do aluno e com o ambiente escolar no centro da rede municipal de Belo Horizonte.

    Leia o projeto na Câmara

    Leia a lei na íntegra no site da Câmara

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  • Adote o Verde em BH: como morador e empresa podem cuidar de áreas verdes (Lei 11.501/2023)

    Descrição

    A Lei 11.501/2023 organiza o Adote o Verde em Belo Horizonte. De autoria da vereadora Marcela Trópia, altera o Código de Posturas para permitir que moradores e empresas adotem e cuidem de áreas verdes da cidade, como praças e canteiros, com regras claras de responsabilidade.

    Contexto

    Praça e canteiro abandonados pela manutenção pública podem ganhar cuidado de quem está por perto. Faltava um caminho organizado para essa adoção acontecer sem confusão.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia aprovou a alteração no Código de Posturas (Lei 8.616/2003) que estrutura o Adote o Verde, permitindo que a sociedade cuide de áreas verdes com regra clara sobre o que pode e o que não pode.

    Perguntas frequentes

    Como funciona o Adote o Verde em BH?

    A Lei 11.501/2023, da vereadora Marcela Trópia, permite que moradores e empresas adotem áreas verdes públicas, como praças e canteiros, assumindo o cuidado com regras claras definidas no Código de Posturas.

    Quem pode adotar uma área verde?

    Moradores e empresas podem adotar, conforme as regras do Código de Posturas alteradas pela Lei 11.501/2023. O texto na Câmara detalha as condições.

    Leia o projeto na Câmara

    Leia a lei na íntegra no site da Câmara

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  • BH de Olhos Abertos: a lei que obriga transparência em emergências (11.421/2022)

    Descrição

    A BH de Olhos Abertos é a Lei 11.421/2022, de autoria da vereadora Marcela Trópia. Ela exige medidas de transparência nos gastos públicos durante situação de emergência ou calamidade pública por doença contagiosa. É na crise, quando se gasta rápido e muito, que o cidadão mais precisa ver para onde o dinheiro vai.

    Contexto

    Foi na pandemia que muita gente viu dinheiro público sumir no escuro. Justamente quando o gasto é rápido e grande, faltava obrigação legal de mostrar cada destino.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia criou a BH de Olhos Abertos, que obriga a transparência dos gastos em emergências e calamidades, para que a pressa de responder a uma crise nunca vire desculpa para a falta de prestação de contas.

    Perguntas frequentes

    O que é a lei BH de Olhos Abertos?

    É a Lei 11.421/2022, da vereadora Marcela Trópia, que obriga transparência nos gastos públicos durante emergências ou calamidades por doença contagiosa em Belo Horizonte.

    Quando a lei se aplica?

    Aplica-se em situações de emergência ou estado de calamidade pública por doença contagiosa, exigindo que a Prefeitura mostre para onde vai o dinheiro gasto na resposta à crise.

    Leia o projeto na Câmara

    Leia a lei na íntegra no site da Câmara

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  • Aprovado em 1º turno PL que dá mais transparência aos empréstimos da Prefeitura

    No último dia 17, com 39 votos, foi aprovado em 1° turno o Projeto de Lei da bancada do NOVO com o vereador Wilsinho da Tabu, que exige mais transparência para empréstimos da Prefeitura de Belo Horizonte.

    O PL foi proposto para que o Executivo preste explicações mais claras toda vez que precisar solicitar um empréstimo. Dentre as ações previstas, o projeto prevê que a Prefeitura deva:

    Esclarecer a motivação para execução da obra, aquisição, ou contratação de serviços;
    Apresentar um projeto emitido por técnico responsável contendo cronograma para execução da obra ou serviço;
    Indicar as fontes de recurso para pagamento da dívida a ser contraída.

    Dessa forma, será possível fiscalizar melhor as ações da Prefeitura e como o dinheiro do cidadão pagador de impostos está sendo utilizado.

    Durante a reunião, a vereadora Marcela Trópia relembrou o caso do projeto de lei enviado pelo ex-prefeito Alexandre Kalil, solicitando um empréstimo de quase R$ 1 bilhão para as obras de contenção de enchentes na região da Vilarinho.

    O projeto foi enviado com poucos detalhes e não mencionava a palavra “Vilarinho” em nenhum lugar. Além disso, vídeos do ex-prefeito começaram a circular na internet, em que aparece Kalil dizendo que já tinha o dinheiro para as obras na região.

    Com isso, a Câmara Municipal vetou o Projeto de Lei e negou o empréstimo para as obras, que já estão praticamente todas concluídas e estão ajudando no controle de enchentes no período de chuvas.

    O projeto representa um passo a mais para as pautas que são defendidas desde o início do mandato, como a responsabilidade com o dinheiro da população e mais transparência no setor público.

    O PL segue tramitando em 2º turno antes de ser enviado para sanção do prefeito.

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    Equipe Marcela Trópia