Categoria: Release

  • Proposta de fraldários acessíveis, da vereadora Marcela Trópia, é sancionada pelo prefeito interino

    A proposição de lei que determina a instalação de fraldários para troca de crianças com deficiência e idosos em espaços com grande circulação de pessoas foi sancionada pelo prefeito interino de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), nessa terça-feira (07/01). A sanção foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (08/01).

    Proposto pela vereadora Marcela Trópia (Novo), e assinado em parceria com Irlan Melo (Republicanos), o texto prevê que estabelecimentos públicos e privados com circulação de mais de 500 pessoas por dia tenham trocadores maiores e mais resistentes. A norma ainda determina que tenham lavatório, bacia sanitária acessível e que o trocador seja do tamanho adequado. Os estabelecimentos que já estão em funcionamento têm um ano para se adequar à nova lei.

    Para a vereadora Marcela Trópia, a sanção da norma representa um importante passo para tornar Belo Horizonte uma cidade mais inclusiva. “A ideia surgiu pela Tininha, mãe do Mauricinho, uma criança atípica que já tem 13 anos e 35kg. Imaginem a dificuldade de trocar a fralda fora de casa? Essas necessidades vão continuar ao longo da vida. Então, é importante que os espaços públicos e privados se adequem a esta plena acessibilidade.”

  • Mutirão oftalmológico, Marco das Startups e fiscalização do Executivo: veja como foi o primeiro mandato da vereadora Marcela Trópia

    Garantir melhorias na educação, impulsionar o desenvolvimento tecnológico, assegurar a liberdade econômica e fiscalizar as ações do poder Executivo de Belo Horizonte. Estas foram as prioridades do primeiro mandato da vereadora Marcela Tropia (Novo). Reeleita com 17.878 votos para os próximos quatro anos, ela faz uma reunião online com eleitores nesta terça-feira (17/12), quando celebra conquistas importantes desta legislatura e divulga as prioridades para os próximos quatro anos.

    Dos projetos mais celebrados pela parlamentar está o mutirão oftalmológico, realizado nas escolas municipais de Belo Horizonte. Foram destinados R$ 1,2 milhão para a realização de triagem, consulta especializada e distribuição de óculos e outros procedimentos oftalmológicos necessários. Só neste ano, 71.626 alunos passaram pelo mutirão, em 112 escolas, em todas as nove reginais. Até novembro deste ano, mais de 30 mil consultas especializadas tinham sido agendadas.

    A iniciativa teve impacto a nível estadual, inspirando o Programa Miguilim, com a distribuição de óculos gratuitos em todos os prestadores de serviço da prefeitura. Além disso, o Executivo estadual está disponibilizando recursos para realização de mutirões oftalmológicos em todo o estado.

    O compromisso com a educação foi preocupação de Marcela Tropia desde o início do mandato. Diante da pandemia de Covid-19, ela foi uma das principais vozes que reivindicou a retomada segura das aulas e atuou no combate ao abandono escolar.

    Tropia foi autora, ainda, de cinco projetos de lei na educação: Lei Irmãos na mesma escola (11.451/2023); Lei Escola Feliz (11.457/2023); Lei Dados Abertos das Escolas (11.500/2022); Lei Transferência de filhos de mães vítimas de violência (11.458/2023) e Lei Adote uma escola (11.596/2023).

    Inovação
    De olho no futuro de Belo Horizonte, Marcela Tropia foi autora do projeto de lei que cria o Marco Municipal das Startups (PL 1012/2024), aprovado em primeiro turno na última sexta-feira (13/12). A capital mineira está entre as oito cidades com os melhores ecossistemas de start-ups da América do Sul, de acordo com o índice “The Global Startup Ecosystem Index”, divulgado em 2024.

    Entre os principais pontos estabelecidos pelo PL está a criação do sandbox regulatório – espaços experimentais que proporcionam às startups a oportunidade de testar seus produtos e serviços em um ambiente regulamentar simplificado. Órgãos e entidades da administração pública estarão autorizados a disponibilizar esse ambiente.

    A proposição estabelece, ainda, a possibilidade de a Administração Pública Municipal celebrar contrato de transferência de tecnologia e de licenciamento para outorga de direito de uso ou de exploração de criação por ela desenvolvida isoladamente ou por meio de parceria. E também autoriza a concessão, por parte do poder público, de recursos financeiros, humanos, materiais ou de infraestrutura para apoiar atividades de PD&I (pesquisa, desenvolvimento e inovação).

    Transparência
    Em busca de maior transparência dos dados públicos, Marcela foi uma das idealizadoras da plataforma BH Pra Você, uma parceria da Câmara Municipal com a Fundação Dom Cabral. Lançado em 2023, o site disponibiliza, em linguagem simples, informações sobre orçamento público, tornando mais acessíveis informações como gastos em saúde e em educação, por exemplo.

    É também da vereadora a Lei 11.450/2023, que determinou que a prefeitura explique, antecipadamente, como e onde pretende aplicar recursos de um empréstimo, de modo a garantir mais transparência e possibilitar uma fiscalização mais de perto dos parlamentares.

    Marcela Tropia também não deixou de marcar presença nas ruas, cumprindo com rigor seu papel de fiscalizar asa ações do Executivo. Ao todo, foram 1.016 pedidos de intervenções recebidos; 411 ofícios em resposta a demandas da população; 128 visitas técnicas realizadas; 150 pedidos de informação e 68 audiências públicas.

  • Blocos caricatos ganham lei que reconhece valor histórico e garante realização de desfiles em BH

    O carnaval de Belo Horizonte ganhou, neste sábado (13/01), lei que reconhece o valor histórico e cultural dos blocos caricatos como manifestação de natureza imaterial e de origem Belo Horizontina. Originária de projeto de lei de autoria da vereadora Marcela Trópia (Novo), em parceria com Cida Falabella (Psol), Professora Marli (PP), Pedro Patrus (PT), a proposta também cria o Programa de Proteção, Incentivo e Valorização dos grupos.

    Entre as finalidades do programa está garantir a realização dos desfiles dos blocos caricatos, com a participação dos representantes nas etapas de idealização, produção e promoção do evento.

    O programa também tem como objetivo estimular a pesquisa, divulgação e ampliação do conhecimento acerca dos blocos caricatos enquanto manifestação histórica de Belo Horizonte. Os grupos foram criados ainda em 1897, por operários que trabalhavam na construção da capital. Eles se organizavam em um desfile de carros e carroças da Praça da Liberdade até a Avenida Afonso Pena.

    A lei ainda determina que será publicado, anualmente, regulamento específico com normas para os desfiles. E autoriza que os blocos caricatos firmem parcerias com a iniciativa privada para promoção da manifestação cultural.

    Grupo de trabalho é autor de outro PL
    A nova norma é resultado de audiências públicas e diversas reuniões realizadas ao longo de um ano e meio pelos vereadores que integraram um grupo de trabalho para valorização do carnaval.

    Outro projeto de lei aprovado, que aguarda sanção por parte do prefeito em exercício, Alvaro Damião (União) é o PL 969/24, que estabelece normas para a realização do Carnaval de rua em Belo Horizonte, de forma a efetivá-lo enquanto política de Estado e a ampliar as possibilidades econômicas, culturais e sociais da atividade.O carnaval de Belo Horizonte ganhou, neste sábado, lei que reconhece o valor histórico e cultural dos blocos caricatos como manifestação de natureza imaterial e de origem Belo Horizontina. Originária de projeto de lei de autoria da vereadora Marcela Tropia (Novo), em parceria com Cida Falabella (Psol), Professora Marli (PP), Pedro Patrus (PT), a proposta também cria o Programa de Proteção, Incentivo e Valorização dos grupos.

    Entre as finalidades do programa está garantir a realização dos desfiles dos blocos caricatos, com a participação dos representantes nas etapas de idealização, produção e promoção do evento.

    O programa também tem como objetivo estimular a pesquisa, divulgação e ampliação do conhecimento acerca dos blocos caricatos enquanto manifestação histórica de Belo Horizonte. Os grupos foram criados ainda em 1897, por operários que trabalhavam na construção da capital. Eles se organizavam em um desfile de carros e carroças da Praça da Liberdade até a Avenida Afonso Pena.

    A lei ainda determina que será publicado, anualmente, regulamento específico com normas para os desfiles. E autoriza que os blocos caricatos firmem parcerias com a iniciativa privada para promoção da manifestação cultural.

    Grupo de trabalho é autor de outro PL
    A nova norma é resultado de audiências públicas e diversas reuniões realizadas ao longo de um ano e meio pelos vereadores que integraram um grupo de trabalho para valorização do carnaval.

    Outro projeto de lei aprovado, que aguarda sanção por parte do prefeito em exercício, Álvaro Damião (União) é o PL 969/24, que estabelece normas para a realização do Carnaval de rua em Belo Horizonte, de forma a efetivá-lo enquanto política de Estado e a ampliar as possibilidades econômicas, culturais e sociais da atividade.

  • Vereadora Marcela Trópia reapresenta projeto de lei do bônus tecnológico para impulsionar inovação na cidade

    No início deste ano, a vereadora Marcela Trópia retomou uma iniciativa crucial para o desenvolvimento tecnológico e econômico da cidade. O projeto de lei do bônus tecnológico, rejeitado em dezembro de 2023, foi novamente apresentado com o objetivo de promover a inovação e impulsionar o ecossistema empreendedor local.

    A proposta visa fomentar o setor na cidade de Belo Horizonte ao oferecer uma subvenção econômica reembolsável a micro, pequenas e médias empresas. Esse incentivo abrange os custos operacionais de atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, alinhando-se com práticas amplamente adotadas em países desenvolvidos.

    Além do apoio financeiro, o projeto determina a criação de bolsas de estímulo à inovação. O objetivo é capacitar recursos humanos, possibilitando a formação de especialistas em empresas e Institutos de Ciência e Tecnologia (ICTs), como universidades e escolas técnicas. Essa iniciativa pretende fortalecer a infraestrutura de conhecimento e impulsionar o crescimento de mão de obra tecnológica local, fundamental para o avanço do setor.

    “Esse projeto é essencial para acelerar startups, promover editais de concorrência e fortalecer o ecossistema de inovação da cidade. Apresentei o projeto de novo para criar uma segunda oportunidade de mostrar à Prefeitura o potencial da proposta e negociar sua aprovação. Não vou desistir dessa ideia, porque nossa cidade precisa criar oportunidades para o desenvolvimento da inovação”, afirma Marcela Trópia.

    O projeto vai tramitar nas comissões de análise de projetos e posteriormente no Plenário.

  • Prefeitura sanciona duas leis da vereadora Marcela Trópia

    A Prefeitura de Belo Horizonte publicou a sanção de duas leis da vereadora Marcela Trópia para melhorar a legislação municipal e garantir benefícios aos cidadãos.


    Estudo de impacto financeiro para projetos de lei


    A primeira lei exige a análise de impacto financeiro em projetos que geram custo para o cidadão. Essa análise não era obrigatória, podendo acarretar prejuízos financeiros e aumento de burocracia para os cidadãos e empreendedores. 

    Com a nova legislação da vereadora Marcela Trópia, todas as propostas legislativas que afetem diretamente os cidadãos e os empreendedores serão avaliadas considerando suas implicações financeiras, garantindo maior transparência e responsabilidade na formulação de legislações que afetam a vida do belo-horizontino.

    Anteriormente, o projeto enfrentou um veto da Prefeitura, que argumentou sobre a dificuldade em quantificar o número de pessoas ou empresas afetadas financeiramente por projetos de lei. 

    Mas, Marcela Trópia afirma que o cidadão sente o impacto financeiro e que os vereadores não podem deixar de trazer essa informação para o cidadão. 

    A Câmara derrubou o veto pela Câmara Municipal, permitindo que o projeto se tornasse lei.


    Benefício para quem sofreu com a chuva


    A segunda lei sancionada trata da devolução do IPTU em casos de imóveis que sofreram danos por eventos naturais, como enchentes e alagamentos. 

    O benefício já existia, permitindo ao cidadão que solicitasse o perdão da dívida do IPTU. Porém, caso o cidadão já tivesse efetuado o pagamento do imposto, a escrita da lei não permitia a devolução do valor. 

    Essa situação era prejudicial aos cidadãos que, ao pagar o IPTU para evitar inadimplência, acabavam tendo que lidar com os estragos da propriedade sem receber o valor pago pelo imposto.

    O projeto apresentado pela vereadora Marcela Trópia visa corrigir essa contradição, permitindo que os cidadãos tenham direito à devolução do valor do IPTU caso seus imóveis sejam prejudicados por eventos climáticos. 

    A alteração representa um alívio para o belo-horizontino que enfrenta dificuldades financeiras e patrimoniais anualmente devido a enchentes e tempestades.


    Vereadora Marcela Trópia busca Avanços para BH


    “Ao aprovar essas duas leis, estamos fortalecendo os direitos e a proteção dos cidadãos de Belo Horizonte. É fundamental garantir que as propostas legislativas sejam analisadas sob o aspecto financeiro e que os cidadãos tenham alívio financeiro quando seus imóveis são prejudicados pelas chuvas”, afirma Marcela Trópia.

    Essas novas leis representam um avanço significativo na legislação municipal de Belo Horizonte, reforçando o compromisso da Câmara Municipal em promover medidas que beneficiem diretamente os cidadãos e fomentem o desenvolvimento da cidade.