Tag: desburocratizacao

  • PL do PIX aprovado em 1º turno

    PL que garante o pagamento de débitos com a Prefeitura por PIX é aprovado em 1º turno

    Na última segunda, 10, meu Projeto de Lei que pretende simplificar e modernizar o ambiente tributário na capital foi aprovado.

    Fiz essa proposta com o intuito de facilitar a vida do cidadão belorizontino na hora de pagar débitos com a Prefeitura.

    Através de meios de pagamento digital, como o PIX transferência bancária, o cidadão vai poder quitar suas contas, como o IPTU, de forma prática e rápida.

    Ações como essas já estão sendo adotadas pela Receita Federal e em diversos estados, como São Paulo, Piauí e Acre.

    Agora, o projeto vai tramitar em 2º turno antes de ser enviado para sanção do prefeito.

    Gravei um vídeo falando mais a respeito do projeto no meu Instagram. Clique aqui para assistir.

  • Audiência da PBH Ativos e a concessão do Parque Municipal

    Na terça-feira, 23, realizamos a audiência pública conjunta das Comissões de Administração Pública e de Orçamento e Finanças Públicas, para a apresentação do relatório financeiro da PBH Ativos S/A, referente ao exercício de 2021.

    Estavam presentes Pedro Meneguetti, diretor-presidente da PBH Ativos, Soraya Mourthé, diretora-executiva, e Fábio Menezes Resende, gerente contábil.

    A vereadora Marcela Trópia aproveitou a oportunidade para elogiar o trabalho da PBH ativos em relação à concessão do Parque das Mangabeiras e perguntar sobre as ampliações das PPP’s (parceria-público-privadas) para os parques da cidade e campos de futebol.

    Em resposta, Pedro Meneguetti disse que há essa possibilidade:

    “A PBH Ativos trabalha por solicitação do Município. No momento em que a Prefeitura decidir por uma PPP do Parque Municipal, é possível fazer. A experiência (PPP) do Mangabeiras vai aliviar a Prefeitura e teremos o parque bem cuidado com as pessoas entrando gratuitamente”, informou Pedro Meneguetti.

    Já em relação aos campos de futebol de várzea, o diretor-presidente da PBH Ativos afirmou que “é um modelo fácil de ser executado e em todos os campos que solicitam, nós estamos fazendo”.

    O compromisso do mandato é melhorar os parques e praças da cidade, tornando-os um ambiente melhor para a população, com restaurantes, lazer, entretenimento, segurança e preservação.

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    Equipe Marcela Trópia

     

  • 5 propostas para melhorar o Parque Municipal em BH

    O Parque Municipal Américo Renné Giannetti é um dos lugares mais tradicionais de Belo Horizonte. Localizado bem no centro da cidade, é um parque bastante acessível pra quem passa pela região.

    Estamos conversando com a Prefeitura para torná-lo um espaço ainda melhor para a população. Veja algumas propostas que apresentamos:

    1- Fim do cadastro

    Com a pandemia, a Prefeitura optou por fazer um cadastro das pessoas que visitaram o parque. Fiz uma indicação para que ela reestabeleça o livre acesso da população.

    2- Ampliação do horário de funcionamento

    Muitos parques urbanos possuem permitem o acesso para atividades físicas e lazer fora do horário comercial. É o caso do Parque Ibirapuera, em São Paulo, por exemplo. Fiz uma indicação para que a Prefeitura possa ampliar o horário de funcionamento do parque, que atualmente funciona apenas das 8h às 17h.

    3- Concessão para a iniciativa privada

    Fiz uma indicação solicitando que o parque seja incluído na lista de concessões da Prefeitura. O processo vai atrair mais investimentos para dentro do parque, que poderá passar por uma revitalização, além de ampliar as formas de uso do seu espaço.

    4- Aberturas dos portões

    O Parque Municipal tem poucos acessos e que, por vezes, estão fechados. Isso dificulta a circulação de pessoas e a utilização do parque. Fiz uma indicação para que todos os acessos sejam liberados.

    5- Uso criativo do parque

    A Prefeitura pode explorar novas atividades dentro do parque, realizando novos eventos, instalando quiosques, abrindo restaurantes, oferecendo atividades recreativas para crianças e explorando comercialmente o parque.

    Dessa forma, vamos conseguir atrair mais pessoas, aumentar a segurança, movimentar a economia e aproveitar todas as potencialidades do nosso Parque Municipal.

  • Bancada do NOVO em BH apresenta o Projeto de Lei “Adote o Verde”

    Belo Horizonte é uma cidade que possui inúmeros espaços públicos mal aproveitados e poucas praças como alternativa de lazer. Além de não existirem muitas opções disponíveis de praças e parques, a maioria está em mau estado de conservação, sem segurança, sem espaços apropriados e sem uma infraestrutura básica para o bom uso desses espaços.

    Uma boa solução para o problema é permitir e incentivar a realização desses investimentos pela iniciativa privada, o que certamente deixaria o ambiente público mais cuidado, limpo e atrativo. Pensando nisso, os vereadores do NOVO Bráulio Lara, Fernanda Altoé e Marcela Trópia, apresentaram Projeto de Lei do novo “Adote o Verde” que altera o Código de Posturas do Município de Belo Horizonte.

    Embora já exista em Belo Horizonte o “Adote o Verde”, instituído pelo Decreto n. 14.708/2011 com inúmeros benefícios para a cidade, a norma possui muitas limitações e burocracias que dificultam sua efetividade. Assim, inspirados em modelos de outras cidades, os vereadores apresentaram então o Projeto de Lei do novo “Adote o Verde” com o objetivo é ampliar o número de espaços públicos que podem ser “adotados” e ampliar o escopo de possíveis adotantes.

    O projeto visa possibilitar a adoção, além das áreas verdes municipais, também dos logradouros públicos (como praças, ruas, avenidas, canteiros, rotatórias, jardins, etc.) seja por empresas privadas, de economia mista, entidade associativa ou pessoa física, todas com sede ou residência no Município.

    A iniciativa busca, além de ampliar o rol de possibilidade de adoção de áreas públicas, tornar o procedimento mais eficaz e célere, a fim de promover um melhor cuidado da cidade e implementar melhorias básicas de infraestrutura em prol de toda população.

    “Cidades mais arborizadas trazem benefícios diretos para a qualidade de vida e saúde da população. Este projeto é uma grande oportunidade para ampliarmos as possibilidades de transformar BH num ambiente mais agradável, contando com o apoio da iniciativa privada para fazer isso. Já existe um Decreto da Prefeitura que estabelece normas e procedimentos para este tipo de ação, mas nosso projeto vai além, ampliando o rol de espaços públicos que podem ser “adotados” e aumentando as possibilidades de parcerias. Mais uma excelente oportunidade para tirarmos a cidade das amarras da Prefeitura e dar liberdade para quem quer o bem da nossa BH”, enfatizou Marcela Trópia.

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    Equipe Marcela Trópia

  • Com relatório de Marcela Trópia, Comissão de Desburocratização apresenta 17 soluções para burocracias em BH

    Na manhã desta quinta-feira (2), a Comissão Especial de Estudos de Desburocratização do Setor Econômico da Câmara Municipal de Belo Horizonte apresentou os resultados do trabalho desenvolvido durante o ano de 2021. Os vereadores apresentaram um Caderno de Soluções com 17 encaminhamentos para combater entraves burocráticos apontados pela população e simplificar o dia a dia dos cidadãos belo-horizontinos.

    Dentre as propostas, a comissão apresentou uma indicação ao Poder Executivo para integrar os serviços de emissão de alvarás de obras para que eles sejam liberados em 48h. Outra medida sugerida pelos vereadores é a atualização e modernização dos canais de atendimento da Prefeitura como, por exemplo, o BHISS Digital, para otimizar a emissão de notas fiscais na cidade. Além disso, a comissão também propôs a isenção da Taxa de Fiscalização, Localização e Funcionamento (TFLF) e da Taxa de Fiscalização Sanitária (TFS) para pequenos comerciantes e autônomos.

    O trabalho da comissão foi organizado pela vereadora Marcela Trópia, mandatária Livres na cidade. Como relatora do grupo, a parlamentar propôs uma metodologia adaptada do ciclo de políticas públicas (policy cicle) que visava a identificação do problema, diagnóstico e formulação de soluções. Além disso, a comissão se reuniu com diferentes entidades e associações da cidade para apresentar o projeto, como a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Conselho Jovem da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas Jovem), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Minas Gerais (Federaminas), Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) e representantes do Governo de Minas Gerais.

    As demandas foram recebidas através do portal “DesburocraBH”, lançado em março deste ano pela comissão. Ao todo, foram recebidas 75 sugestões da população, que foram estudadas pelas equipes técnicas dos gabinetes e consolidadas em 38 problemas de burocracia com potencial de serem solucionados. Em seguida, as demandas foram divididas em 8 grupos temáticos: construção civil, digitalização, emissão de alvarás, filantropia, informações dispersas e confusas, regulação urbana, tributação e zeladoria urbana. A partir do diagnóstico completo dos problemas de cada segmento, a comissão propôs 17 soluções por meio de projetos de lei, indicações e anteprojetos de lei.

    “Temos a consciência de que a redução do excesso de burocracia pode contribuir fortemente para o desenvolvimento, o crescimento econômico e para estimular a inovação de Belo Horizonte”, afirma Marcela. Para a vereadora, o Caderno de Soluções é “um legado para a capital mineira, resultado do trabalho de diferentes vereadores comprometidos em construir uma cidade onde o cidadão tenha liberdade para empreender e não tenha seu dia a dia atrapalhado pela ineficiência e pelo excesso de burocracia”.

    A reunião desta quinta marcou o encerramento dos trabalhos da Comissão Especial de Estudos de Desburocratização do Setor Econômico durante 2021. Segundo a relatora, um novo ciclo de trabalho poderá ser realizado em 2022.