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  • Uso de inteligência artificial para desafogar o trânsito entra em debate na Câmara de BH

    Audiência convocada pela vereadora Marcela Trópia (Novo) discute soluções tecnológicas para reduzir congestionamentos, aumentar a segurança e modernizar o transporte público da capital

    A Câmara Municipal de Belo Horizonte promove, nesta quinta-feira (25), uma audiência pública para discutir como a Inteligência Artificial (IA) pode transformar a mobilidade urbana da capital. A iniciativa é da vereadora Marcela Trópia (Novo) e pretende reunir especialistas, representantes do poder público, empresas de tecnologia e sociedade civil para debater soluções inovadoras para os problemas históricos do trânsito na cidade.

    O desafio não é pequeno. Estudo recente mostra que o tempo médio gasto por motoristas em deslocamentos de 10 quilômetros nos horários de pico em Belo Horizonte chega a 57 minutos – marca que coloca a capital entre as piores do país, atrás apenas de Recife, e em situação equivalente à de São Paulo. A consequência é um cotidiano marcado por congestionamentos, poluição e perda de produtividade.

    Segundo Trópia, o objetivo é aproximar a discussão da população e mostrar que inteligência artificial não é um tema restrito ao universo de startups e desenvolvedores. “Estamos falando de soluções que podem significar menos tempo parado em engarrafamentos, mais segurança no trânsito e maior eficiência no transporte público”, afirma a vereadora.

    A expectativa é que a audiência aborde desde medidas de sincronização inteligente de semáforos até o uso de algoritmos para monitoramento de acidentes, otimização de linhas de ônibus e fiscalização de infrações. Casos internacionais, como o de Singapura – referência mundial no uso de câmeras e sensores integrados à IA para reduzir congestionamentos – devem servir de inspiração para os debates.

    Para a parlamentar, o encontro também reforça a aposta da cidade em inovação. Ela lembra que o Marco Municipal das Startups, aprovado em seu mandato, já posiciona Belo Horizonte como polo tecnológico no Brasil. “Queremos dar um passo além e mostrar que tecnologia e inovação não são conceitos abstratos, mas ferramentas capazes de melhorar a vida de quem vive na cidade”, afirma.

    A audiência será realizada a partir das 13h30, no Plenário Helvécio Arantes, e é aberta ao público.

  • Vereadora Marcela Trópia (Novo) – Operação da PF sobre a Lagoa da Pampulha

    A operação da Polícia Federal realizada hoje para investigar contratos da Lagoa da Pampulha apenas confirma aquilo que sempre alertei: os mesmos problemas de sempre, tratados com as mesmas soluções de sempre, não vão gerar resultados diferentes. A CPI da Lagoa, em 2023, na legislatura passada, já havia apontado falhas graves na condução desse tema. A forma como foi encerrada, inclusive com a derrubada do relatório final, já indicava que, além da poluição, havia algo muito errado acontecendo na Lagoa da Pampulha.

    É preciso romper com esse histórico e abrir espaço para alternativas inovadoras, mais baratas e eficazes. Projetos como as caravelas ecológicas, desenvolvidas por uma startup de Curitiba, mostram que é possível diagnosticar e tratar o problema da Lagoa de forma muito mais rápida e eficiente.
    O que a cidade não tolera mais é ser refém de contratos milionários que não entregam os resultados prometidos.

    Já está em curso um novo acordo com a Copasa, fruto das recomendações da CPI, mas é fundamental aproveitar esse momento para diversificar as iniciativas. O Marco Municipal das Startups, que aprovamos na Câmara, dá ao Poder Público a possibilidade de contratar empresas de base tecnológica e ampliar o leque de opções no enfrentamento de desafios históricos como o de despoluição da Pampulha. A atual gestão tem, assim, a oportunidade de abrir espaço para alternativas inovadoras, mais baratas e eficazes.

    Nosso principal cartão-postal merece esse cuidado e essa mudança de rumo.

    Marcela Trópia
    Vereadora de Belo Horizonte (Novo)

  • Câmara de BH realiza audiência pública sobre políticas para jovens com foco em empreendedorismo e inovação

    Audiência pública debate desafios e oportunidades para a juventude de Belo Horizonte, com foco em empreendedorismo, inovação e políticas municipais de autoria da vereadora Marcela Trópia

    A Câmara Municipal de Belo Horizonte realizará nesta quinta-feira (18/9), às 13h30, uma audiência pública para discutir políticas públicas voltadas à juventude da capital mineira. O encontro será conduzido pela vereadora Marcela Trópia (Novo), autora de projetos voltados à inovação e ao empreendedorismo juvenil, e acontecerá no Plenário Helvécio Arantes. A audiência contará com representantes da Prefeitura, do Sebrae Minas, do Conselho Municipal da Juventude, além de lideranças partidárias juvenis e representantes do setor privado, como ACMinas Jovem, CDL Jovem BH e Fundação CDL.

    A parlamentar lembra que a juventude corresponde a cerca de 20 a 25% da população de Belo Horizonte e desempenha papel central em setores estratégicos como tecnologia, economia criativa, cultura e inovação. A capital mineira é a quarta maior economia do país, respondendo por 1,46% do PIB nacional, e o engajamento dos jovens é decisivo para dinamizar esses setores.

    Durante o encontro, serão discutidos desafios que afetam os jovens, incluindo o desemprego, a informalidade e as dificuldades de acesso a uma educação de qualidade, além de iniciativas voltadas para ampliar o protagonismo juvenil e fomentar o empreendedorismo.

    Entre as políticas em pauta, todas de autoria da própria vereadora Marcela Trópia, estão a Política Municipal de Fomento aos Jogos Eletrônicos e eSports, que reconhece o setor de games como vetor da economia criativa e oportunidade de empregabilidade; o Marco Municipal das Startups, sancionado em 2025, que facilita a inovação, simplifica processos e abre caminho para que jovens transformem ideias em negócios; e o Programa de Liderança, iniciativa criada por Marcela Trópia em 2021, gratuita e apartidária, que em 2025 alcançou mais de 50 cidades e formou mais de 200 jovens, contribuindo para o desenvolvimento de competências de liderança, participação cívica e impacto social.

    Para a vereadora, é fundamental que as políticas públicas dialoguem com a realidade dos jovens. “A juventude é a força motriz de nossa cidade. Nosso objetivo é criar políticas públicas que ampliem oportunidades, fortaleçam o empreendedorismo e incentivem a inovação”, afirmou Marcela Trópia.

    Ela destacou ainda a importância de integrar diferentes atores na construção de soluções. “Cada real investido em inovação retorna em desenvolvimento, geração de empregos e aumento da produtividade. Queremos garantir que os jovens de Belo Horizonte tenham espaço para transformar suas ideias em iniciativas concretas”.

    A audiência será transmitida ao vivo pelo portal da CMBH e pelo canal da Câmara no YouTube, permitindo que a população acompanhe remotamente. Ao final, as contribuições serão sistematizadas em um documento que servirá de base para encaminhamentos e ações concretas, reforçando o compromisso da cidade com a promoção do protagonismo juvenil e com a construção de políticas públicas mais eficazes.

  • Marcela Trópia fará palestra no ‘Lafaiete Summit’ sobre os avanços do Marco Municipal das Startups de Belo Horizonte

    Para Marcela Trópia a experiência da capital pode servir de referência para outras cidades mineiras

    A vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo) será uma das palestrantes do ‘Lafaiete Summit’, evento de negócios e inovação realizado neste final de semana, em Conselheiro Lafaiete, na região central do Estado. A palestra será no sábado (20/9), às 15h, quando ela falará sobre o tema “O Marco Municipal das Startups: desafios de Belo Horizonte e cases de sucesso”, destacando os impactos da legislação de sua autoria aprovada na capital mineira.

    Sancionado neste ano, o Marco Municipal das Startups criou instrumentos como o sandbox regulatório, que permite a testagem de soluções inovadoras em ambiente controlado, e novos modelos de contratações públicas para inovação, que facilitam a aproximação entre empreendedores e o poder público. A expectativa é de que a lei estimule a abertura de novos negócios, atraia investimentos e fortaleça o ecossistema tecnológico de Belo Horizonte.

    Segundo dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), Belo Horizonte já figura entre os dez maiores polos de inovação do país. A capital mineira abriga mais de 700 startups ativas, e a previsão é que a nova legislação amplifique o impacto econômico do setor, gerando empregos qualificados e ampliando a competitividade local.

    Para Marcela Trópia, a experiência da capital pode servir de referência para outras cidades mineiras. “Nosso objetivo com o Marco Municipal das Startups é criar um ambiente mais favorável ao empreendedorismo, com menos burocracia e mais oportunidades para quem tem boas ideias. Belo Horizonte já colhe os primeiros frutos desse movimento, e queremos compartilhar essas conquistas para inspirar outras regiões a avançarem também”, afirmou.

    A parlamentar também reforça a dimensão econômica da medida. “Cada real investido em inovação retorna em desenvolvimento, geração de empregos e aumento da produtividade. Estamos mostrando que a política pode ser uma aliada estratégica para destravar o potencial dos nossos empreendedores”, destacou.

    O ‘Lafaiete Summit’ reunirá empresários, especialistas e lideranças regionais em dois dias de programação voltada para inovação, tecnologia e desenvolvimento econômico.

  • Inspetorias da Guarda Municipal em debate: audiência discute descentralização e fortalecimento da segurança em BH

    Segundo a vereadora Marcela Trópia, o objetivo é abordar a falta de inspetorias em duas regionais da capital (Oeste e Nordeste) e propor modelo de gestão baseado em dados e metas

    A Câmara Municipal de Belo Horizonte realiza nesta quarta-feira (10), às 13h30, uma audiência pública para discutir a estrutura, o funcionamento e os desafios das inspetorias da Guarda Civil Municipal (GCMBH). O encontro foi convocado pela vereadora Marcela Trópia (Novo) e contará com representantes de órgãos públicos, especialistas e lideranças comunitárias. Foram convidados integrantes do Executivo municipal, do Ministério Público, da Polícia Militar, da Defensoria Pública, da OAB-MG, da UFMG e administradores regionais da capital.

    Atualmente, Belo Horizonte possui dez regionais administrativas. Quatro delas dividem inspetorias: as regionais Oeste e Noroeste estão vinculadas à inspetoria na Regional Noroeste, enquanto Leste e Nordeste compartilham a inspetoria na Regional Leste. Dessa forma, ainda faltam sedes próprias em duas regionais (Oeste e Nordeste). Para a vereadora, essa situação compromete a descentralização das ações da Guarda e dificulta a proximidade com as demandas específicas de cada território.

    “Quando uma inspetoria atende duas regionais ao mesmo tempo, perde-se agilidade na resposta e eficiência no patrulhamento preventivo. Nosso objetivo é discutir como garantir a presença da Guarda em todas as regionais, fortalecendo uma política de segurança cidadã mais próxima da população”, afirmou Marcela Trópia.

    A parlamentar defende que Belo Horizonte precisa adotar uma gestão mais inteligente da segurança pública, inspirada em modelos internacionais como o CompStat, programa implementado em Nova York para monitorar indicadores de criminalidade, estabelecer metas de redução e cobrar resultados dos gestores locais. A metodologia tornou as ações mais estratégicas e eficazes, servindo de referência para diversas cidades ao redor do mundo.

    “A descentralização é uma ferramenta essencial para tornar a Guarda Municipal mais eficiente. Cada regional tem características próprias, e é justamente por meio de inspetorias estruturadas que poderemos integrar políticas públicas como zeladoria, iluminação e assistência social à segurança urbana”, destacou a vereadora.

    Entre os benefícios esperados com a ampliação das inspetorias estão o aumento da rapidez no atendimento de ocorrências, maior integração com outros serviços públicos e o fortalecimento da confiança entre população e Guarda Municipal. A audiência também deve discutir o papel do videomonitoramento e o uso de tecnologias para orientar o trabalho da corporação.

    São esperados para o debate o secretário municipal de Segurança e Prevenção, Márcio Lobato Rodrigues, o comandante da GCMBH, Júlio César Pereira de Freitas, o procurador-geral de Justiça de Minas, Paulo de Tarso Morais Filho, o comandante-geral da PM, coronel Carlos Frederico Otoni Garcia, além de representantes da OAB-MG, da Defensoria Pública, da UFMG e dos Conselhos Comunitários de Segurança (Conseps).

    “Segurança não é apenas aumentar efetivo ou reforçar rondas. É planejar com inteligência, descentralizar a atuação e aproximar a Guarda da vida real das pessoas. Esse é o caminho para que Belo Horizonte seja uma cidade mais segura e mais livre para seus cidadãos”, concluiu Marcela Trópia.