Autor: Marcela Trópia

  • Como acessar exames cardíacos gratuitos na Santa Casa de BH?

    Resposta Direta

    A Santa Casa de BH realizou mutirão de exames cardíacos gratuitos – incluindo ecocardiograma, cateterismo e teste ergométrico – articulado pela vereadora Marcela Trópia. O mutirão ampliou a capacidade de atendimento do hospital em 25% e eliminou a fila de espera para cateterismo. Cerca de 200 pacientes foram atendidos na ação de abril de 2026.

    Contexto

    A fila de espera para cateterismo na Santa Casa de BH estava parada. Pacientes com problemas cardíacos aguardavam por procedimentos diagnósticos sem prazo definido – um risco real para quem convive com doenças do coração.

    O mutirão articulado pelo mandato não só zerou a fila como ampliou permanentemente a capacidade do hospital, com a aquisição de novos equipamentos. O resultado: mais pacientes atendidos, menos tempo de espera, diagnósticos que chegam a tempo de fazer diferença.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia articulou diretamente com a Santa Casa de BH a realização do mutirão e a aquisição de novos equipamentos via emenda parlamentar. A ação incluiu a inauguração do equipamento ergométrico no hospital com a presença da vereadora.

    Números

    • ~200 pacientes atendidos no mutirão de abril de 2026
    • 476 atendimentos no histórico do programa
    • Capacidade ampliada em 25%
    • Exames: ecocardiograma + cateterismo + teste ergométrico

    Fontes

    Acompanhe as ações do mandato pelo WhatsApp: marcelatropia.com.br/zap


  • Mamotomia gratuita no SUS de BH: como funciona o mutirão?

    Resposta Direta

    Belo Horizonte passou a oferecer mamotomia gratuita pelo SUS (biópsia assistida a vácuo), inédita no SUS de Minas Gerais para diagnóstico de câncer de mama. O procedimento foi viabilizado pela vereadora Marcela Trópia em parceria com a vereadora Loíde Gonçalves, no Hospital Universitário Ciências Médicas de Minas Gerais (FELUMA), em 2026. A previsão é atender 200 mulheres ao longo do ano.

    Contexto

    A mamotomia é um procedimento minimamente invasivo para biópsia de nódulos mamários – mais precisa e menos agressiva que os métodos convencionais. Antes desse mutirão, a técnica não estava disponível na rede pública de Minas Gerais, o que obrigava mulheres a buscar o diagnóstico na rede particular ou a aguardar em filas por procedimentos menos eficazes.

    O diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta significativamente as chances de cura. Reduzir o tempo entre a identificação do nódulo e a confirmação diagnóstica pode salvar vidas – e era exatamente esse o gargalo que o mutirão veio resolver.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia articulou o mutirão em conjunto com a vereadora Loíde Gonçalves e o Hospital FELUMA. A ação foi viabilizada via emendas parlamentares conjuntas dos dois mandatos: R$ 600 mil do mandato Marcela Trópia e R$ 400 mil do mandato Loíde Gonçalves, totalizando R$ 1 milhão.

    Números

    • 200 mulheres previstas para atendimento em 2026
    • R$ 1 milhão em emendas parlamentares (R$ 600 mil MT + R$ 400 mil Loíde Gonçalves)
    • Hospital FELUMA / IONCM-MG, Belo Horizonte
    • Técnica inédita no SUS de Minas Gerais
    • Lançamento: 27 de abril de 2026

    Fontes

    Acompanhe as ações de saúde da mulher pelo WhatsApp: tropia.link/saude-da-mulher

    Leia também: Cirurgia de endometriose pelo SUS em BH: o mutirão que atendeu 188 mulheres.


  • O que é o mutirão oftalmológico de BH e como funciona?

    Resposta Direta

    O mutirão oftalmológico de Belo Horizonte é um programa de exames de vista e distribuição de óculos gratuitos realizado dentro das escolas públicas municipais da cidade. Em três anos, o programa, criado pela vereadora Marcela Trópia, alcançou 90 mil crianças, entregou 18 mil óculos e investiu R$ 1,3 milhão em saúde ocular infantil. Em maio de 2026, a Câmara Municipal aprovou o projeto de lei de Marcela Trópia que institucionaliza o programa como política pública permanente em BH.

    Contexto

    O programa nasceu de uma descoberta preocupante: 23% dos casos de evasão escolar em BH tinham relação com problemas de visão não tratados. Crianças que não enxergavam direito perdiam o raciocínio da aula, acumulavam dúvidas e acabavam abandonando a escola – sem que ninguém soubesse o motivo real.

    A solução foi levar o exame de vista até onde as crianças já estavam: dentro das escolas. Sem precisar marcar consulta, enfrentar fila ou sair da rotina, alunos da rede pública de BH passaram por exames de visão, receberam diagnóstico e, quando necessário, ganhavam os pares de óculos. Tudo gratuito.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia (NOVO) idealizou, conduziu e financiou o programa ao longo de três anos. Em maio de 2026, apresentou e aprovou em 1º turno na Câmara de BH o Projeto de Lei do Mutirão Oftalmológico, que transforma a iniciativa em lei municipal – garantindo continuidade independente de gestões futuras.

    Números

    • 90 mil crianças atendidas em 3 anos
    • 18 mil óculos entregues
    • R$ 1,3 milhão investido
    • Projeto de Lei aprovado em 1º turno — maio de 2026

    Fontes

    Acompanhe as ações do mandato pelo WhatsApp: marcelatropia.com.br/zap


  • Vereadora de Belo Horizonte cumpre agenda em Montes Claros e participa de encontros institucionais e palestra universitária

    Marcela Trópia visitou instituições, se reuniu com lideranças locais e abordou temas de liderança e gestão em palestra para estudantes da UNIMONTES

    A vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia iniciou nesta quinta-feira (26) uma agenda em Montes Claros que se estende até hoje (27), envolvendo encontros institucionais, reuniões e uma palestra para estudantes universitários.

    O primeiro compromisso da parlamentar foi uma visita à Fundação Sara Albuquerque Costa, onde se reuniu com a superintendente Silvana Soares e o presidente Álvaro Gaspar. “É importante conhecer de perto o trabalho desenvolvido por instituições que apoiam a comunidade e transformam vidas,” afirmou Marcela Trópia.

    Mais tarde, a vereadora participou de uma palestra na UNIMONTES, destinada às turmas de Direito e Economia. O encontro foi articulado pelo advogado Einsteinberg Moção e pelo presidente da Liga Acadêmica de Direito Constitucional, Maurício Mendes. Marcela falou sobre liderança, gestão e o papel do jovem na construção de soluções para a sociedade. “Trocar experiências com estudantes é sempre inspirador. Acredito que a formação acadêmica aliada à liderança ética prepara os cidadãos para desafios reais do mercado e da política,” disse.

    Hoje Marcela vai participar do 15º Ciclo de Congressos Regionais Minaspetro, onde falará sobre pautas como burocratização, mercado irregular e planejamento urbano. Segundo a vereadora, o objetivo é dialogar com empresários e lideranças locais para propor soluções práticas que fortaleçam o desenvolvimento regional.

    O roteiro da parlamentar inclui ainda visita à Kentro Sistemas, empresa de tecnologia da cidade. “Montes Claros é uma cidade estratégica e acolhedora, e poder trocar experiências entre municípios é muito enriquecedor. Essa visita tem exatamente o objetivo de conhecer iniciativas locais e fortalecer a atuação de todos os municípios,” afirmou Marcela Trópia.

  • Vereadora Marcela Trópia viabiliza avanços para o setor de combustíveis em BH com foco em segurança jurídica e justiça tributária


    Atuação da vereadora garantiu avanços para postos de combustíveis em Belo Horizonte com
    nova regulamentação de calçadas e correção na restituição do IPTU em casos de
    alagamento


    A atuação da vereadora Marcela Trópia (Novo) tem gerado resultados concretos para o
    setor de combustíveis em Belo Horizonte com medidas voltadas à redução de insegurança
    jurídica e à correção de distorções que impactavam diretamente a operação dos
    estabelecimentos.


    Uma das principais entregas do mandato foi a articulação que resultou na publicação de um
    decreto municipal que regulamenta a utilização das áreas de passeio no entorno dos postos
    de combustíveis. A demanda foi apresentada pelo setor por meio do Minaspetro diante de
    dificuldades recorrentes provocadas por interpretações variáveis da legislação urbana.


    Em Belo Horizonte, a obrigatoriedade de construção e manutenção de calçadas está
    prevista no Código de Posturas Lei 8616 de 2003 que atribui ao proprietário do imóvel a
    responsabilidade pelo passeio e prioriza a circulação de pedestres. No entanto a ausência de
    uma padronização nacional sobre o tema faz com que cada município adote regras próprias
    e no caso da capital mineira mudanças frequentes nas diretrizes de uso, especialmente por
    parte da BHTrans, vinham gerando insegurança para o setor.


    Na prática essas alterações impactavam diretamente o funcionamento dos postos que
    operam com estruturas altamente reguladas e projetos complexos. Em alguns casos
    exigências relacionadas ao passeio interferiam na área de circulação interna
    comprometendo manobras dificultando o descarregamento de combustíveis e em situações
    extremas podendo até inviabilizar economicamente o empreendimento.


    A partir do diálogo com representantes do setor e com o Executivo Municipal foi construído
    um decreto que reconhece as especificidades da atividade e estabelece critérios mais
    objetivos para a chamada área de fruição, espaço essencial para a movimentação de
    veículos dentro dos postos. A medida trouxe mais previsibilidade, reduziu o risco de
    autuações e contribuiu para um ambiente regulatório mais estável.

    Outra conquista relevante do mandato foi a aprovação da lei que corrige uma distorção
    histórica no mecanismo de restituição do IPTU em casos de alagamento. A iniciativa surgiu a
    partir de uma demanda concreta apresentada pela empresária Maurícia Vieira, proprietária
    do Posto VIP, localizado na Avenida Prudente de Morais, uma das regiões mais afetadas por
    chuvas intensas na cidade.

    Mesmo após ter o estabelecimento atingido por um alagamento significativo, a empresária
    não conseguiu solicitar a restituição do imposto pois já havia quitado integralmente o IPTU
    no início do ano. Pela regra anterior, o benefício só era aplicado a débitos em aberto o que
    penalizava contribuintes adimplentes.

    Com a nova legislação, passou a ser possível solicitar a devolução proporcional do imposto,
    mesmo após o pagamento, além de permitir que o valor seja convertido em crédito para
    exercícios futuros. A mudança garante maior justiça tributária e corrige uma inconsistência
    que afetava diretamente empresas organizadas financeiramente.

    As medidas reforçam a atuação do mandato na construção de soluções práticas para o setor
    produtivo com foco na desburocratização na previsibilidade regulatória e na melhoria do
    ambiente de negócios em Belo Horizonte.

    Informações para imprensa: Saulo Penaforte l 31 9 9683 5270