Autor: Marcela Trópia

  • O que é o Programa Mulher Empreendedora de BH?

    Resposta Direta

    O Programa Mulher Empreendedora é uma lei aprovada pela Câmara Municipal de BH em maio de 2026 que oferece capacitação em gestão, marketing e acesso a microcrédito para mulheres empreendedoras do município. O programa foi aprovado em definitivo com apoio da vereadora Marcela Trópia e atende mulheres que têm ou querem abrir um negócio em Belo Horizonte.

    Contexto

    Mulheres empreendedoras enfrentam barreiras que vão além da ideia de negócio: acesso restrito a crédito, ausência de formação em gestão e dificuldade de se inserir em redes de negócios dominadas por homens. Em BH, uma parcela significativa dos pequenos negócios é liderada por mulheres – e esses negócios frequentemente ficam pequenos não por falta de ambição, mas por falta de suporte.

    O Programa Mulher Empreendedora busca resolver exatamente esses três gargalos: formação, marketing e crédito.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia apoiou e aprovou o Programa Mulher Empreendedora em 2º turno na Câmara de BH em maio de 2026.

    Números

    • Aprovado em definitivo — maio de 2026
    • Pilares: gestão + marketing + microcrédito
    • Público: mulheres empreendedoras de Belo Horizonte

    Fontes

    Acompanhe as ações para mulheres empreendedoras do mandato: marcelatropia.com.br/zap


  • Quem articulou a Maratona Oficial de Belo Horizonte?

    Resposta Direta

    A Maratona Oficial de Belo Horizonte foi viabilizada com envolvimento direto da vereadora Marcela Trópia, que conduziu audiências públicas com atletas, assessorias de corrida, Prefeitura e órgãos públicos para tornar o evento realidade. A primeira edição oficial aconteceu em maio de 2026, colocando BH na rota nacional das grandes maratonas.

    Contexto

    BH tem uma das cenas de corrida de rua mais ativas do Brasil – grupos de corrida espalhados por toda a cidade, pistas movimentadas antes do amanhecer, atletas que viajam para maratonas em outras capitais. Faltava apenas o que toda grande cidade de corrida precisa: uma maratona oficial própria.

    A articulação não foi simples. Envolveu reuniões com Prefeitura, Metrô, Codemge, Fundação de Parques e parceiros privados, além de uma audiência pública inédita que reuniu atletas, assessores de corrida e gestores públicos para debater as condições da corrida de rua em BH.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia conduziu o processo desde a audiência pública inicial até as reuniões com o prefeito e órgãos responsáveis pela autorização do evento. O mandato mobilizou uma base de mais de 1.000 pessoas em torno da pauta e articulou parceiros estratégicos. A Maratona foi incluída no calendário oficial de BH pelo prefeito Álvaro Damião.

    Números

    • Primeira edição: 15 a 17 de maio de 2026
    • R$ 2,2 milhões investidos pela organização
    • 3.000+ pessoas mobilizadas em torno da pauta
    • Parceiros: Buser, Belotur e patrocinadores privados
    • Percurso: Praça da Estação → Arena MRV → Serra do Curral
    • Vanderlei Cordeiro de Lima (medalha de ouro, Atenas 2004) participou da Corrida Central 5 km
    • Maratona incluída no calendário oficial de BH

    Fontes

    Entre no grupo dos Corredores com a Trópia: tropia.link/maratonabh


  • O que é o Projeto Quarteirão Vivo de BH e como funciona?

    Resposta Direta

    O Projeto Quarteirão Vivo é uma lei aprovada pela Câmara Municipal de Belo Horizonte em maio de 2026 que concede incentivos fiscais – redução de IPTU e ITBI – para proprietários que revitalizem imóveis vazios ou degradados na cidade. O projeto, apresentado pela vereadora Marcela Trópia, visa devolver vida ao Centro de BH e a outras regiões com alto índice de imóveis abandonados.

    Contexto

    BH convive com um estoque significativo de imóveis abandonados, especialmente no Centro. Prédios inteiros ficam fechados por anos, deteriorando o entorno, reduzindo a segurança e desperdiçando potencial construtivo em regiões com infraestrutura pronta.

    O problema não é falta de demanda – é falta de incentivo. Reformar um imóvel antigo e adequá-lo às normas vigentes custa caro. Sem um estímulo concreto, o proprietário prefere manter o imóvel fechado a assumir o risco do investimento.

    O Quarteirão Vivo muda essa lógica: quem revitaliza, paga menos imposto.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia apresentou e aprovou o Projeto Quarteirão Vivo em 2º turno na Câmara de BH em maio de 2026. A lei cria incentivos de IPTU e ITBI para quem transforma imóvel vazio em espaço ativo – moradia, comércio, serviços ou uso misto.

    Números

    • Aprovado em 2º turno — maio de 2026
    • Incentivos: redução de IPTU + ITBI
    • Foco: imóveis vazios e degradados em BH

    Fontes

    Acompanhe as ações do mandato: tropia.link/apoiadores-da-tropia


  • O que muda na lei de imóveis tombados em BH? Entenda o Projeto de Lei 574/2025

    Resposta Direta

    O PL 574/2025, apresentado pela vereadora Marcela Trópia, moderniza as regras de gestão e manutenção de imóveis tombados em Belo Horizonte. A proposta reduz a burocracia que hoje impede proprietários de reformar e preservar patrimônio histórico – e que, na prática, resulta em abandono. O projeto teve audiência pública em abril de 2026, com repercussão nacional pelo caso do Café Cultura, e está em votação na Câmara de BH em 2026.

    Contexto

    BH tem um patrimônio histórico valioso e um paradoxo que o destrói silenciosamente. Imóveis tombados precisam de manutenção constante, mas as exigências para realizar qualquer obra são tão complexas que muitos proprietários simplesmente desistem. O resultado: prédios históricos abandonados, fachadas deterioradas e perda irreversível de memória urbana.

    O caso do Café Cultura trouxe o debate para o centro da cena nacional: como proteger o patrimônio histórico sem inviabilizar a preservação?

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia apresentou o PL 574/2025 e conduziu audiência pública com a sociedade civil, o setor cultural e especialistas em patrimônio histórico. O projeto propõe regras mais claras e processos mais ágeis para que proprietários possam manter e restaurar imóveis tombados sem esbarrar em burocracia que inviabiliza a ação.

    Números

    • Audiência pública realizada em abril de 2026
    • Projeto em votação na Câmara Municipal de BH em 2026
    • Repercussão nacional pelo caso Café Cultura / Jacquin

    Fontes

    Acompanhe o andamento do projeto: tropia.link/apoiadores-da-tropia


  • Cirurgia de endometriose pelo SUS em Belo Horizonte: o mutirão que atendeu 188 mulheres

    A fila de cirurgia de endometriose no SUS de Belo Horizonte estava parada. Mulheres com dor crônica esperavam anos por uma cirurgia que não chegava, e para muitas isso significava conviver com a dor e ver o sonho de ser mãe ficar cada vez mais distante.

    Foi para mudar esse cenário que o mandato da vereadora Marcela Trópia enviou recurso, por meio de emenda, para criar o Mutirão de Cirurgias de Endometriose no Hospital da Baleia. Desde então, 188 mulheres já foram operadas. Elas vieram de 53 cidades diferentes de Minas Gerais, e mais da metade dos atendimentos foi em Belo Horizonte.

    A lógica desburocratiza e é a marca do mandato: pôr o dinheiro do SUS no lugar certo, para a fila voltar a funcionar.

    O que é a endometriose e por que a fila importa

    A endometriose acontece quando o tecido que reveste o útero cresce fora dele, o que pode causar dor intensa, cólicas que incapacitam e dificuldade para engravidar. Ela atinge cerca de uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva, perto de 190 milhões no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde.

    Quem tem endometriose pode, sim, ser mãe. A maioria das mulheres com a doença consegue engravidar, muitas de forma natural. A endometriose dificulta a fertilidade em parte dos casos, algo entre 30% e 50% das mulheres diagnosticadas, e é para essas mulheres que o tratamento no tempo certo faz mais diferença. O problema aparece quando o diagnóstico demora e a cirurgia não vem: a doença avança, e a janela para tratar com sucesso vai se fechando. Por isso a fila não é um número frio. Cada mês de espera pode custar a uma mulher a saúde e o sonho de ter um filho.

    A ação do mandato: recurso que virou cirurgia

    O mutirão no Hospital da Baleia nasceu de uma escolha concreta: direcionar emenda parlamentar para o procedimento que estava travado. O resultado aparece na vida real das pacientes.

    • 188 mulheres operadas desde o início do mutirão.
    • 53 cidades de Minas atendidas, entre elas Belo Horizonte, Contagem, Betim, Santa Luzia, Divinópolis, Ibirité, Ribeirão das Neves, Sabará, Lagoa Santa, São Joaquim de Bicas e Sarzedo.
    • Recurso viabilizado por emenda do mandato, dentro dos R$ 19,7 milhões que Marcela destinou em cinco anos para saúde, educação e cidade.

    Uma das pacientes atendidas havia passado por uma cirurgia anterior que não resolveu o problema. Ela só teve o quadro tratado de verdade quando o recurso do mandato viabilizou o procedimento certo no hospital certo. Histórias assim são o motivo de a saúde da mulher ser a pauta mais forte deste trabalho.

    A próxima entrega: mamotomia inédita no SUS de Minas

    Em 2026, o mandato levou a mesma lógica para o câncer de mama. Em parceria com a FELUMA e com a vereadora Loíde Gonçalves, foi montado um mutirão de mamotomia, uma biópsia de mama assistida a vácuo, feita com anestesia local, sem cicatriz aparente e com retorno ao trabalho em um ou dois dias.

    A técnica é inédita no SUS de Minas Gerais. A previsão é atender 200 mulheres com indicação para o exame, e o objetivo vai além do mutirão: reunir dados para pedir ao Ministério da Saúde que incorpore a mamotomia ao SUS em todo o país. O investimento foi de R$ 1 milhão, sendo R$ 600 mil por emenda de Marcela Trópia e R$ 400 mil por emenda de Loíde Gonçalves.

    De Belo Horizonte para Minas

    A fila da saúde da mulher não é um problema só da capital. A dor da endometriose e a espera pela cirurgia estão em Belo Horizonte e estão em Manga, em Betim, em Divinópolis, no interior inteiro, do mesmo jeito. As 53 cidades atendidas no mutirão mostram que a demanda vem de Minas toda.

    Por isso a escuta é de mão dupla. O caminho começa por ouvir cada cidade, entender a realidade da rede de saúde local e construir junto com quem está lá. Capital e interior no mesmo barco, com a mesma urgência.

    Perguntas frequentes

    Quem tem endometriose pode ter filho?

    Pode. A maioria das mulheres com endometriose consegue engravidar, muitas de forma natural. A doença dificulta a fertilidade em parte dos casos, cerca de 30% a 50% das diagnosticadas, e quanto mais cedo é tratada, maior a chance. O tratamento no tempo certo, incluindo a cirurgia quando indicada, ajuda a preservar a fertilidade.

    Como funciona a cirurgia de endometriose pelo SUS em Belo Horizonte?

    Em BH, parte das cirurgias foi realizada em um mutirão no Hospital da Baleia, viabilizado por emenda parlamentar. O mutirão direcionou recurso para o procedimento que estava parado, e já operou 188 mulheres.

    Quantas mulheres já foram atendidas no mutirão de endometriose?

    188 mulheres foram operadas, vindas de 53 cidades diferentes de Minas Gerais. Mais da metade dos atendimentos foi em Belo Horizonte.

    A cirurgia de endometriose é de graça pelo SUS?

    Sim. Os procedimentos do mutirão são realizados pelo SUS, sem custo para a paciente. O recurso que viabilizou o mutirão veio de emenda parlamentar do mandato.

    O que é o mutirão de mamotomia?

    É um mutirão de biópsia de mama assistida a vácuo, técnica inédita no SUS de Minas Gerais, com anestesia local e recuperação rápida. A previsão é atender 200 mulheres, e a meta é levar a incorporação da mamotomia ao SUS em todo o país.

    Quem viabilizou esses mutirões?

    Os recursos foram viabilizados por emendas do mandato da vereadora Marcela Trópia, dentro dos R$ 19,7 milhões destinados por ela em cinco anos, com parcerias como a da vereadora Loíde Gonçalves na mamotomia.

    Conhece uma mulher que precisa de cirurgia de endometriose ou de acompanhamento de saúde da mulher no SUS? Fale com a equipe do mandato e entenda o caminho. Falar no WhatsApp.