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  • Entregas do mandato para a Segurança Pública

    A segurança pública é um desafio global e uma das maiores preocupações das cidades modernas. Em Belo Horizonte, esse tema também exige respostas urgentes e criativas, já que impacta diretamente a qualidade de vida da população. Por isso, o mandato da vereadora Trópia tem atuado com prioridade nesta pauta, buscando soluções concretas que melhorem a proteção, ampliem a sensação de segurança e aproximem o poder público do cidadão.


    Câmeras de videomonitoramento

    As câmeras de videomonitoramento são instrumentos fundamentais para inibir práticas criminosas, apoiar investigações e reforçar a sensação de segurança da população. Quanto mais câmeras são instaladas, maior é a percepção de proteção nas áreas monitoradas. Além disso, é essencial que esses equipamentos sejam integrados entre si e conectados a sistemas inteligentes, garantindo maior eficiência na prevenção e resposta a ocorrências.

    • Indicações de Câmeras
      • Pista de caminhada da Av. dos Andradas; 
      • Av. Francisco Sales, alvo de constantes roubos de motos.
    • Emendas: R$ 1.15 milhão para Câmeras de Videomonitoramento
      • Rua Boaventura, Jaraguá;
      • Parque Ecológico do Brejinho; 
      • Região Centro-sul; 
      • Av. Sebastião de Brito;
      • Av. Prudente de Morais;
      • Rua Isabel Bueno.

    Outros lugares sugeridos:

    1.  Anel Rod. Celso Mello Azevedo, 19347 esquina com Rua Boaventura – Universitário;
    2. Rua Alcobaça, 43 – Indaiá (entrada do Parque do Brejinho);
    3. Rua Bela Cruz, 90, esquina com Rua Botumirim – Indaiá (Parque Brejinho);
    4. Rua Boa Ventura, 988, esquina com Rua Judith Binatti – Liberdade;
    5. Rua Boaventura, 1264, esquina com Rua João Fernandes – Liberdade;
    6. Rua Boaventura, 1812, esquina com Rua General Aranha – Jaraguá;
    7. Rua Isabel Bueno, esquina com Rua Pedro Dutra – Jaraguá;
    8. Professor Magalhães Penido, 382, esquina com Rua Professor Almeida Cunha;
    9. Av. Cristiano Machado, 7125, esquina com Rua Cajú – Suzana;
    10. Rua Pedro Vicente, 93 com marginal Anel Rodoviário – Universitário;
    11. Rua Platina com Rua Diorita – Prado;
    12. Praça Dr. Carlos Marques – Prado;
    13. Av. Silva Lobo com Rua Xapuri – Nova Granada;
    14. Rua Java com Rua Desembargador Barcelos – Nova Suíça;
    15. Av. Pastor Anselmo Silvestre com Rua Queluzita – União.

    Reforço na Iluminação pública

    A iluminação pública tem um impacto direto na segurança urbana. Estudos mostram que 78% dos belo-horizontinos evitam áreas escuras à noite, o que reforça a importância de investir nesse setor. Ruas bem iluminadas reduzem a sensação de vulnerabilidade, dificultam a ação de criminosos e aumentam a circulação de pessoas, criando ambientes mais seguros. 

    Em Belo Horizonte, existe ainda uma oportunidade concreta: os R$ 250 milhões disponíveis no caixa da Prefeitura provenientes da Contribuição de Iluminação Pública (CCIP). O mandato da vereadora Marcela Trópia tem trabalhado para que esses recursos sejam aplicados de forma estratégica, promovendo não apenas a expansão e modernização da rede de iluminação, mas também a integração com outras políticas públicas de segurança. 

    Entregas

    • Indicações para reclassificar vias e passeios para melhorar a iluminação;
      • Reduzindo as menores faixas de iluminação P5 e V5;
    • Indicação para a adoção de iluminação focadas em vias pedestres;
    • Indicação para integrar o cronograma de poda de árvores e o planejamento de iluminação pública, para evitar que árvores encubram postes de luz e projetem sombras que comprometam a visibilidade e segurança;
    • Indicação para criar rotas de luz ligando estações do MOVE, pontos de ônibus e metrô a centros comerciais, protegendo principalmente as mulheres; 
    • Indicação para propor manutenção preventiva para evitar ruas apagadas;
    • Indicação para Criar o “Comércio Iluminado”, programa de incentivo a lojistas a colocarem iluminação complementar em áreas de movimento;
    • Indicações pontuais de melhora na iluminação nos seguintes pontos:
      • Pista Av. dos Andradas – Santa Efigênia e Santa Tereza;
      • Pista Av. José Cândido da Silveira – Cidade Nova;
      • Pista Av. Vilarinho – Vários trechos em Venda Nova;
      • Parque Marcos Mazzoni – Cidade Nova;
      • Parque Santo Antônio – Santo Antônio;
      • Parque Ursulina de Andrade Melo – Castelo;
      • Parque do Brejinho – São Francisco;
      • Monte de oração no Palmares – Palmares;
      • Pista de Corrida da José Cândido da Silveira – Cidade Nova;
      • Pista de Corrida Av. Bento Simão;
      • Rua Artur de Sá – Bairro União;
      • Praça do Sol Nascente – Serrano.

    Indicações para Construção de Novas Sedes da Inspetoria Regional da GCMBH

    Sugere-se a construção de sedes da Inspetoria Regional da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte (GCMBH) nas Regionais Oeste e Nordeste. Atualmente, as Regionais Oeste e Noroeste compartilham a Inspetoria localizada na Regional Noroeste, enquanto as Regionais Leste e Nordeste dividem a Inspetoria da Regional Leste. Essa configuração, além de concentrar a estrutura da Guarda, compromete a descentralização das ações e dificulta a proximidade com as demandas específicas de cada território.

    A instalação de sedes próprias nas Regionais Oeste e Nordeste permitirá ampliar a presença da corporação, garantindo respostas mais ágeis e eficazes às demandas locais. Essa descentralização fortalecerá a segurança pública municipal, possibilitando maior integração da Guarda com a comunidade, fiscalização dos próprios municipais e prevenção de delitos, além de aumentar a sensação de segurança da população.

  • Inspetorias da Guarda Municipal em debate: audiência discute descentralização e fortalecimento da segurança em BH

    Segundo a vereadora Marcela Trópia, o objetivo é abordar a falta de inspetorias em duas regionais da capital (Oeste e Nordeste) e propor modelo de gestão baseado em dados e metas

    A Câmara Municipal de Belo Horizonte realiza nesta quarta-feira (10), às 13h30, uma audiência pública para discutir a estrutura, o funcionamento e os desafios das inspetorias da Guarda Civil Municipal (GCMBH). O encontro foi convocado pela vereadora Marcela Trópia (Novo) e contará com representantes de órgãos públicos, especialistas e lideranças comunitárias. Foram convidados integrantes do Executivo municipal, do Ministério Público, da Polícia Militar, da Defensoria Pública, da OAB-MG, da UFMG e administradores regionais da capital.

    Atualmente, Belo Horizonte possui dez regionais administrativas. Quatro delas dividem inspetorias: as regionais Oeste e Noroeste estão vinculadas à inspetoria na Regional Noroeste, enquanto Leste e Nordeste compartilham a inspetoria na Regional Leste. Dessa forma, ainda faltam sedes próprias em duas regionais (Oeste e Nordeste). Para a vereadora, essa situação compromete a descentralização das ações da Guarda e dificulta a proximidade com as demandas específicas de cada território.

    “Quando uma inspetoria atende duas regionais ao mesmo tempo, perde-se agilidade na resposta e eficiência no patrulhamento preventivo. Nosso objetivo é discutir como garantir a presença da Guarda em todas as regionais, fortalecendo uma política de segurança cidadã mais próxima da população”, afirmou Marcela Trópia.

    A parlamentar defende que Belo Horizonte precisa adotar uma gestão mais inteligente da segurança pública, inspirada em modelos internacionais como o CompStat, programa implementado em Nova York para monitorar indicadores de criminalidade, estabelecer metas de redução e cobrar resultados dos gestores locais. A metodologia tornou as ações mais estratégicas e eficazes, servindo de referência para diversas cidades ao redor do mundo.

    “A descentralização é uma ferramenta essencial para tornar a Guarda Municipal mais eficiente. Cada regional tem características próprias, e é justamente por meio de inspetorias estruturadas que poderemos integrar políticas públicas como zeladoria, iluminação e assistência social à segurança urbana”, destacou a vereadora.

    Entre os benefícios esperados com a ampliação das inspetorias estão o aumento da rapidez no atendimento de ocorrências, maior integração com outros serviços públicos e o fortalecimento da confiança entre população e Guarda Municipal. A audiência também deve discutir o papel do videomonitoramento e o uso de tecnologias para orientar o trabalho da corporação.

    São esperados para o debate o secretário municipal de Segurança e Prevenção, Márcio Lobato Rodrigues, o comandante da GCMBH, Júlio César Pereira de Freitas, o procurador-geral de Justiça de Minas, Paulo de Tarso Morais Filho, o comandante-geral da PM, coronel Carlos Frederico Otoni Garcia, além de representantes da OAB-MG, da Defensoria Pública, da UFMG e dos Conselhos Comunitários de Segurança (Conseps).

    “Segurança não é apenas aumentar efetivo ou reforçar rondas. É planejar com inteligência, descentralizar a atuação e aproximar a Guarda da vida real das pessoas. Esse é o caminho para que Belo Horizonte seja uma cidade mais segura e mais livre para seus cidadãos”, concluiu Marcela Trópia.

  • Marcela Trópia defende soluções equilibradas para bares e vida noturna em BH

    Medida confunde festas ilegais e barulho de carros de som com funcionamento normal de estabelecimentos

    A vereadora Marcela Trópia (Novo) avalia que a proposta de limitar o funcionamento de bares, distribuidoras e adegas de Belo Horizonte até às 23h não resolve os reais problemas de convivência urbana. Segundo ela, a medida não distingue barulho abusivo de festas ilegais, muitas vezes com carros de som, do funcionamento normal dos estabelecimentos que fazem parte da vida cultural da cidade.

    “Retroceder no horário de funcionamento do comércio significa limitar a liberdade econômica de diversos negócios e prejudicar quem trabalha em horários alternativos. Todos têm direito de trabalhar e de se divertir”, afirma Marcela Trópia.

    Como presidente da Comissão Especial encarregada de modernizar o Código de Posturas, a vereadora reforça que os estudos da comissão buscaram soluções equilibradas, com ampla escuta à população – moradores, comerciantes e especialistas – para conciliar vida noturna, lazer, desenvolvimento econômico e qualidade de vida.

    A economia noturna de Belo Horizonte é diversa e gera emprego e renda, sendo possível conviver com uma gastronomia viva e com respeito à vizinhança. O reconhecimento oficial do Comida di Buteco no calendário municipal, por meio de projeto da vereadora, ilustra que políticas públicas devem valorizar a vocação cultural da cidade sem punir o lazer legítimo.

    “Belo Horizonte tem nos botecos um dos símbolos da sua identidade. Políticas públicas precisam surgir do diálogo e da inovação, e não de medidas que confundem barulho de carro de som com o funcionamento normal de um estabelecimento comercial, prejudicando a economia e a convivência urbana”, conclui Marcela Trópia.

  • Hospitais de BH recebem positivamente proposta de converter dívidas em atendimentos ao SUS

    A Câmara Municipal de Belo Horizonte realizou, na última sexta-feira (29), audiência pública para discutir a proposta de permitir que hospitais privados da capital convertam parte de suas dívidas tributárias, estimadas em R$ 169 milhões, em atendimentos ao Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa foi bem recebida pelas instituições de saúde presentes, que se mostraram receptivas à possibilidade de regularizar sua situação fiscal ao mesmo tempo em que ampliam a oferta de serviços à população.

    Representantes de hospitais como Santa Casa, Baleia, Evangélico, São Francisco, Belo Horizonte, Mário Penna, Sofia Feldman, Paulo de Tarso, Vera Cruz e Risoleta Neves participaram da reunião. Eles reconheceram a pertinência da medida e destacaram o potencial do modelo para reduzir gargalos na rede pública, sobretudo em áreas de alta demanda, como cirurgias eletivas e exames especializados.

    O administrador do Hospital Belo Horizonte, Ângelo Marcos Deus, ressaltou a importância do debate.

    “O objetivo do Hospital Belo Horizonte é tratar, de fato, esses débitos perante o município, revertendo em serviços de saúde. Por isso, esse debate é muito importante, para que possamos encontrar uma solução junto à prefeitura que transforme essas dívidas em atendimento efetivo à população.”

    A proposta em análise na Câmara se inspira em programa federal lançado em junho, que autoriza a conversão parcial de débitos tributários de hospitais privados em serviços prestados ao SUS. Em Belo Horizonte, a expectativa é que a adaptação do modelo permita ampliar a adesão das instituições locais e reduzir as filas de espera.

    Autora do requerimento para realização da audiência, a vereadora Marcela Trópia (Novo) defendeu a importância da iniciativa como instrumento de eficiência na gestão pública e de resposta às demandas crescentes da saúde.

    “Cada real devido ao município precisa se transformar em serviços de saúde. Não faz sentido que esse dinheiro permaneça apenas como dívida sem solução. A população espera atendimento, e essa é uma forma concreta de reduzir filas no SUS e ampliar o acesso a quem mais precisa”, afirmou.

    Com a receptividade demonstrada pelos hospitais, a proposta avança agora para novas rodadas de debate junto ao Executivo e deverá resultar em sugestões de ajustes ao programa municipal já existente, o BH Mais Saúde, considerado pouco atrativo pelas instituições nos últimos anos.

  • Belo Horizonte recicla apenas 1,1% do lixo gerado e enfrenta mais de 500 pontos de descarte irregular

    Estes e outros temas serão debatidos em audiência pública realizada nesta segunda-feira (18/8) na Câmara Municipal de Belo Horizonte.

    A coleta e a gestão dos resíduos sólidos de Belo Horizonte estarão no centro do debate nesta segunda-feira (18), em audiência pública convocada pela vereadora Marcela Trópia (Novo), na Câmara Municipal. O encontro vai reunir representantes do Executivo, de entidades setoriais e da sociedade civil para discutir soluções diante de um cenário considerado crítico.

    Segundo dados da Superintendência de Limpeza Urbana (SLU), a capital produz cerca de 2.200 toneladas de lixo por dia, mas apenas 1,1% desse total é reciclado – um índice muito abaixo da média nacional, de 22%. Além disso, mais de 500 pontos de descarte irregular estão espalhados pelas dez regionais da cidade, acumulando cerca de 380 toneladas de resíduos por dia.

    “A sujeira nas ruas, os pontos clandestinos de despejo e a baixa taxa de reciclagem refletem um problema estrutural de Belo Horizonte. Precisamos encarar esse desafio com seriedade, porque o impacto não é apenas ambiental, mas também de saúde pública, de economia e de qualidade de vida da população”, afirma a vereadora Marcela Trópia.

    Entre os convidados para a audiência estão secretários municipais, dirigentes de órgãos de limpeza e meio ambiente, além de representantes de cooperativas de catadores, do setor empresarial e de entidades como a Abrasel-MG e a Fecomércio-MG. A expectativa é que sejam apresentadas propostas de curto e médio prazo para ampliar a coleta seletiva, melhorar a infraestrutura urbana e integrar de forma mais efetiva os catadores ao sistema de reciclagem.

    Para Trópia, a participação de diferentes setores é fundamental para construir avanços. “O problema do lixo em Belo Horizonte não pode ser tratado apenas como uma questão de limpeza urbana. A cidade está suja, e isso reforça uma sensação de falta de cuidado. A responsabilidade é compartilhada: poder público, setor privado e, claro, a sociedade também.”, destacou a vereadora.

    A audiência será realizada às 13h30, no Plenário Helvécio Arantes, na sede da Câmara Municipal de Belo Horizonte.