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  • Audiência na Câmara de BH expõe novos alertas sobre degradação da Lagoa da Pampulha

    Relatório científico revela persistência de metais, esgoto doméstico e assoreamento mesmo após ações da Prefeitura. Vereadora Marcela Trópia propõe soluções via Marco Municipal das Startups

    A Câmara Municipal de Belo Horizonte recebeu, nesta segunda-feira (10), uma audiência pública convocada pela bancada do Novo, composta pelos vereadores Marcela Trópia, Braulio Lara e Fernanda Altoé, para discutir a atual situação ambiental da Lagoa da Pampulha. A reunião teve como objetivo debater soluções sustentáveis e baseadas em tecnologia para reverter o quadro de degradação da lagoa, conforme destacaram os autores do requerimento.

    O debate trouxe à tona graves alertas ambientais apontados no Relatório ESG – Projeto Caravelas da Lagoa da Pampulha, elaborado pela startup Infinito Mare e apresentado durante o encontro. O documento, assinado pelos pesquisadores Prof. Dr. Bruno Libardoni, Dra. Jana Menegassi del Favero, Prof. Dr. Daniel Tremmel Maia, MSc. Luciana Soares Costa Batista, Lucas Alvarez de Matos, Guilherme Kenzo e Martin Vicente Belz Fachetti, apresenta dados inéditos sobre a qualidade da água da Pampulha e revela que o reservatório continua severamente degradado, mesmo após sucessivos programas de despoluição.

    O debate contou com a participação de representantes da startup Infinito Mare, da Diretoria de Gestão de Águas Urbanas, e de especialistas convidados da área acadêmica, reforçando o caráter técnico e propositivo da audiência. Além de ser um dos principais cartões-postais da capital, a Lagoa da Pampulha integra o Conjunto Moderno reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial, o que reforça a urgência de soluções eficazes para sua recuperação.

    O estudo, que resultou da operação das Caravelas – soluções biotecnológicas flutuantes desenvolvidas pela Infinito Mare – confirma a presença de metais dissolvidos, poluentes orgânicos persistentes e alta carga de nutrientes, indicadores típicos de poluição urbana e industrial. As análises apontam que a eutrofização da lagoa permanece intensa, com “florações frequentes de cianobactérias, acúmulo de sedimentos e níveis de oxigênio quase nulos em profundidade”, comprometendo a vida aquática e a qualidade ambiental.

    As medições realizadas pelas Caravelas encontraram concentração de lantânio até 3,4 milhões de vezes superior ao permitido pela legislação da Austrália, onde o elemento é naturalmente encontrado. O relatório não afirma que a PBH está poluindo, apenas apresenta os dados das concentrações observadas durante o estudo.

    Outro ponto destacado no relatório é o impacto das intervenções realizadas entre 2016 e 2018, quando a Prefeitura de Belo Horizonte aplicou argila modificada com lantânio (Phoslock) para reduzir o fósforo na água. O documento reconhece que a técnica melhorou temporariamente a transparência da lagoa, mas contribuiu para o acúmulo de sedimentos, agravando o processo de assoreamento. Embora não identifique contaminação direta, o dado acende um alerta. A cidade pode estar importando uma solução que introduziu um elemento químico raro e pouco estudado no ecossistema local.

    Durante a audiência, a vereadora Marcela Trópia (Novo) chamou atenção para a falta de monitoramento sistemático sobre o uso do Phoslock ao longo dos últimos anos. “Usamos o Phoslock desde 2015, e não há nenhuma evidência científica de aplicação contínua desse método por tanto tempo. Tampouco existe registro de medições que as Caravelas realizaram agora. Isso é gravíssimo, porque estamos falando de uma substância que contém lantânio, uma terra rara, sendo utilizada sem o devido acompanhamento ambiental”, alertou.

    A parlamentar defendeu a adoção de novas soluções baseadas em inovação e ciência. “É paradoxal que uma tecnologia importada para limpar a lagoa possa estar gerando outros riscos ambientais. Precisamos avaliar com base científica o impacto real desses materiais. Não podemos continuar repetindo métodos que apenas maquiam o problema. Precisamos abrir espaço para startups e empresas de base tecnológica desenvolverem soluções reais, sustentáveis e eficientes para a Lagoa da Pampulha. O Marco Legal das Startups permite que o poder público contrate inovação com mais agilidade e transparência – e esse é o caminho que proponho seguir”, afirmou Trópia.

    O relatório da Infinito Mare destaca que, durante os 90 dias de operação das Caravelas na Pampulha, foram filtrados 261 milhões de litros de água, removidos mais de 114 kg de biomassa algal e 3 kg de metais dissolvidos, além de registradas evidências de regeneração ecológica local. A pesquisa contou com o apoio técnico de universidades como USP, UFF e UFRJ, integrando ciência, inovação e educação ambiental.

    O documento ressalta que a recuperação integral da Lagoa da Pampulha exige uma política integrada de saneamento, manejo urbano e inovação tecnológica. A audiência encerrou-se com a proposta de encaminhar ao Executivo municipal recomendações para revisão das atuais práticas de despoluição e a adoção de soluções baseadas na natureza, com envolvimento do ecossistema de inovação de Belo Horizonte.

  • Vereadora Marcela Trópia participa de painel sobre mandatos inovadores em Congonhas

    Evento promovido pelo movimento MOVE Congonhas reúne lideranças e jovens que defendem uma política mais participativa, inovadora e conectada com a comunidade

    A vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo) participa nesta sexta-feira (7) do evento Discutir Política: Congonhas em Movimento, promovido pelo movimento suprapartidário MOVE Congonhas. Idealizado por jovens congonhenses, o projeto busca renovar o debate público e fortalecer o engajamento social, com foco em diálogo, formação e mobilização da comunidade para a construção de soluções coletivas que tornem a cidade mais justa, inovadora e conectada.

    O encontro, realizado no Teatro Municipal Dom Silvério Gomes Pimenta, reúne prefeitos, vereadores e lideranças políticas da região, e tem sido destaque na imprensa mineira pela proposta de estimular a participação cidadã e a prática política com propósito.

    Marcela Trópia será uma das convidadas do painel “Comunicação Política e Mandatos Inovadores”, ao lado de outras lideranças que também priorizam uma atuação pública pautada em eficiência, transparência e proximidade com a população.

    Para a vereadora, o evento representa um movimento importante de renovação política em Minas.

    “É inspirador ver jovens lideranças se mobilizando para discutir o futuro das suas cidades com seriedade e espírito cívico. A boa política nasce do diálogo e da troca de experiências. Iniciativas como o MOVE Congonhas mostram que é possível fazer política com propósito, eficiência e proximidade com as pessoas”, destaca Marcela Trópia.

  • Belo Horizonte aprova política pioneira de fomento aos jogos eletrônicos e eSports

    Projeto de lei de autoria da vereadora Marcela Trópia (Novo) e subscrito por parlamentares de cinco partidos cria marco municipal para o setor de games e posiciona a capital mineira como polo de inovação e economia digital

    A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou nesta quinta-feira (6), em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 383/2025, que institui a Política Municipal de Fomento aos Jogos Eletrônicos e aos Esportes Eletrônicos (eSports). De autoria da vereadora Marcela Trópia (Novo) e subscrito pelos vereadores Cleiton Xavier (MDB), Edmar Branco (PCdoB), Helton Junior (PSD), Iza Lourença (PSOL) e Vile Santos (PL), o texto coloca a capital mineira em uma rota de desenvolvimento tecnológico até então pouco explorada no cenário municipal.

    A proposta reconhece o setor de games e esportes eletrônicos como vetor estratégico para a inovação, a educação, o empreendedorismo e a economia criativa, em sintonia com o avanço da indústria de jogos no Brasil e no mundo. Segundo dados da Abragames, o país já conta com mais de mil estúdios de desenvolvimento de jogos e movimentou cerca de US$ 2,8 bilhões em 2024. A projeção é de que esse mercado alcance mais de US$ 5 bilhões até 2030. No segmento específico de eSports, o faturamento brasileiro deve ultrapassar US$ 116 milhões em 2025, com crescimento médio anual de quase 10%, conforme levantamento da consultoria Statista.

    Ao instituir uma política pública municipal voltada ao setor, Belo Horizonte se torna uma das primeiras capitais brasileiras a adotar um marco local de incentivo à economia digital. O texto prevê a criação de programas e ações específicas, como incentivos econômicos e fiscais para empresas desenvolvedoras de jogos, apoio técnico e financeiro a eventos e competições, além de convênios com instituições de ensino e pesquisa para formação profissional na área. Também contempla ações de inclusão digital, acessibilidade e promoção da saúde mental e do uso equilibrado da tecnologia.

    Para Marcela Trópia, o projeto traduz uma nova forma de pensar o papel do poder público na economia contemporânea. “Belo Horizonte tem vocação para a inovação e para a economia criativa. Esta política é uma forma de reconhecer que os jogos eletrônicos e os eSports são parte de um ecossistema que gera emprego, atrai investimento e movimenta o empreendedorismo jovem”, afirmou.

    A vereadora, que tem pautado sua atuação na defesa de um Estado mais eficiente e de políticas que incentivem a livre iniciativa, destaca que a aprovação do projeto também é um símbolo de convergência política em torno do desenvolvimento tecnológico da cidade. “É um projeto construído de forma suprapartidária, com parlamentares de seis partidos diferentes, o que mostra que a inovação pode ser um ponto de união. Estamos olhando para o futuro, para uma Belo Horizonte mais competitiva e aberta às oportunidades da economia digital”, disse.

    A Política Municipal de Fomento aos Jogos Eletrônicos e aos Esportes Eletrônicos ainda passará por votação em segundo turno antes de seguir para sanção do prefeito. Caso seja aprovada, caberá ao Executivo regulamentar as ações previstas, incluindo os critérios para concessão de incentivos e a integração com programas de educação e inovação já existentes na capital.

    Com a aprovação em primeiro turno, Belo Horizonte se aproxima de um novo ciclo de oportunidades, em que a tecnologia e a criatividade podem se tornar pilares de desenvolvimento econômico e social.

  • Marcela Trópia e vice-prefeita de Betim discutem cooperação regional em saúde e desenvolvimento

    Encontro tratou de ações conjuntas entre Belo Horizonte e Betim, como os mutirões de saúde e estratégias para o fortalecimento do Vetor Oeste da Região Metropolitana

    A vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo) visitou nesta terça-feira a vice-prefeita de Betim, Cleusa Lara, para uma troca de experiências sobre ações de saúde e desenvolvimento econômico. Durante o encontro, foram discutidos os mutirões de saúde promovidos pelo mandato de Marcela Trópia na capital mineira – iniciativa que tem ampliado o acesso a consultas e exames básicos -, além de estratégias de fortalecimento do Vetor Oeste, região estratégica que conecta os municípios da Região Metropolitana.

    Segundo Marcela Trópia, a aproximação entre Belo Horizonte e Betim é essencial para pensar soluções conjuntas. “A região metropolitana precisa atuar de forma integrada, especialmente em áreas como saúde e desenvolvimento. A troca de boas práticas fortalece as duas cidades e beneficia diretamente a população”, afirmou.

  • Vereadora Marcela Trópia compartilha boas práticas legislativas de Belo Horizonte em seminário na Câmara de Nova Serrana

    Encontro reunirá lideranças municipais e especialistas para debater eficiência pública, transparência e fortalecimento do papel dos legislativos locais

    A Câmara Municipal de Nova Serrana recebe nesta quinta-feira (6) o 1º Seminário Legislativo, evento voltado à troca de experiências e ao fortalecimento do papel dos legislativos municipais de Minas Gerais. Entre os convidados está a vereadora Marcela Trópia (Novo), de Belo Horizonte, reconhecida por sua atuação em pautas ligadas à eficiência da gestão pública, desburocratização e políticas urbanas voltadas à melhoria da vida do cidadão.

    No encontro, Marcela participará de um painel ao lado da vice-prefeita de Perdigão, Júlia Brandão (PL); do professor Roberto Franklin, diretor da Escola do Legislativo de Divinópolis; e de Lucas Pimenta, especialista em marketing político. O objetivo é debater boas práticas de transparência, inovação e participação social aplicadas nos legislativos municipais.

    Durante sua participação, a vereadora destacará iniciativas implementadas na Câmara de Belo Horizonte que servem de referência para outras cidades mineiras, como a modernização do Código de Posturas, a criação de instrumentos de transparência em empréstimos públicos e projetos que estimulam a parceria entre o setor privado e o poder público na revitalização urbana, como o Programa de Áreas de Revitalização Compartilhada (ARC).

    “Acredito que a Câmara precisa ser um espaço de soluções, não apenas de debates. Em Belo Horizonte, buscamos aproximar o cidadão da política e adotar práticas mais modernas, com foco em resultados concretos”, afirma Marcela Trópia.

    Defensora de uma gestão mais enxuta e eficiente, Marcela também ressaltará no evento o papel dos legislativos municipais na criação de ambientes favoráveis ao empreendedorismo e à livre iniciativa. Para ela, cidades que simplificam regras e fortalecem a transparência atraem mais investimentos e geram desenvolvimento econômico local.

    “Quando o poder público facilita a vida de quem quer empreender, toda a cidade ganha. A experiência de Belo Horizonte mostra que é possível desburocratizar sem perder a responsabilidade e o rigor técnico”, completa a vereadora.

    O seminário, promovido pela Câmara Municipal de Nova Serrana, marca o início de uma série de encontros que buscam promover o intercâmbio de experiências entre representantes do Legislativo, Executivo e especialistas de diferentes regiões de Minas Gerais.