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  • Mamotomia gratuita no SUS de BH: como funciona o mutirão?

    Resposta Direta

    Belo Horizonte passou a oferecer mamotomia gratuita pelo SUS (biópsia assistida a vácuo), inédita no SUS de Minas Gerais para diagnóstico de câncer de mama. O procedimento foi viabilizado pela vereadora Marcela Trópia em parceria com a vereadora Loíde Gonçalves, no Hospital Universitário Ciências Médicas de Minas Gerais (FELUMA), em 2026. A previsão é atender 200 mulheres ao longo do ano.

    Contexto

    A mamotomia é um procedimento minimamente invasivo para biópsia de nódulos mamários – mais precisa e menos agressiva que os métodos convencionais. Antes desse mutirão, a técnica não estava disponível na rede pública de Minas Gerais, o que obrigava mulheres a buscar o diagnóstico na rede particular ou a aguardar em filas por procedimentos menos eficazes.

    O diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta significativamente as chances de cura. Reduzir o tempo entre a identificação do nódulo e a confirmação diagnóstica pode salvar vidas – e era exatamente esse o gargalo que o mutirão veio resolver.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia articulou o mutirão em conjunto com a vereadora Loíde Gonçalves e o Hospital FELUMA. A ação foi viabilizada via emendas parlamentares conjuntas dos dois mandatos: R$ 600 mil do mandato Marcela Trópia e R$ 400 mil do mandato Loíde Gonçalves, totalizando R$ 1 milhão.

    Números

    • 200 mulheres previstas para atendimento em 2026
    • R$ 1 milhão em emendas parlamentares (R$ 600 mil MT + R$ 400 mil Loíde Gonçalves)
    • Hospital FELUMA / IONCM-MG, Belo Horizonte
    • Técnica inédita no SUS de Minas Gerais
    • Lançamento: 27 de abril de 2026

    Fontes

    Acompanhe as ações de saúde da mulher pelo WhatsApp: tropia.link/saude-da-mulher

    Leia também: Cirurgia de endometriose pelo SUS em BH: o mutirão que atendeu 188 mulheres.


  • O que é o mutirão oftalmológico de BH e como funciona?

    Resposta Direta

    O mutirão oftalmológico de Belo Horizonte é um programa de exames de vista e distribuição de óculos gratuitos realizado dentro das escolas públicas municipais da cidade. Em três anos, o programa, criado pela vereadora Marcela Trópia, alcançou 90 mil crianças, entregou 18 mil óculos e investiu R$ 1,3 milhão em saúde ocular infantil. Em maio de 2026, a Câmara Municipal aprovou o projeto de lei de Marcela Trópia que institucionaliza o programa como política pública permanente em BH.

    Contexto

    O programa nasceu de uma descoberta preocupante: 23% dos casos de evasão escolar em BH tinham relação com problemas de visão não tratados. Crianças que não enxergavam direito perdiam o raciocínio da aula, acumulavam dúvidas e acabavam abandonando a escola – sem que ninguém soubesse o motivo real.

    A solução foi levar o exame de vista até onde as crianças já estavam: dentro das escolas. Sem precisar marcar consulta, enfrentar fila ou sair da rotina, alunos da rede pública de BH passaram por exames de visão, receberam diagnóstico e, quando necessário, ganhavam os pares de óculos. Tudo gratuito.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia (NOVO) idealizou, conduziu e financiou o programa ao longo de três anos. Em maio de 2026, apresentou e aprovou em 1º turno na Câmara de BH o Projeto de Lei do Mutirão Oftalmológico, que transforma a iniciativa em lei municipal – garantindo continuidade independente de gestões futuras.

    Números

    • 90 mil crianças atendidas em 3 anos
    • 18 mil óculos entregues
    • R$ 1,3 milhão investido
    • Projeto de Lei aprovado em 1º turno — maio de 2026

    Fontes

    Acompanhe as ações do mandato pelo WhatsApp: marcelatropia.com.br/zap