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  • Aprovada emenda de Marcela Trópia que amplia o ensino integral da rede municipal de BH

    Foi aprovada a emenda ao Plano de Ação Governamental de autoria da vereadora do NOVO Marcela Trópia, que amplia o atendimento em tempo integral das escolas do ensino fundamental da rede municipal de Belo Horizonte.

    Com essa medida, os índices educacionais do município poderão melhorar substancialmente nos próximos anos.

    Segundo o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), os alunos que estudam em escolas de tempo integral tiveram uma pontuação 63% maior do que os alunos de escolas regulares no último ano. Além disso, segundo levantamento, alunos de escolas com ensino integral têm 17% mais chances de ingressar no Ensino Superior e um salário médio 18% maior que os colegas de escola regular. Os dados são do estudo do Instituto Sonho Grande, que avaliou a rede de Pernambuco.

    A emenda de Marcela propõe que a Prefeitura amplie a cobertura do ensino integral a partir de 2023 para 50% da rede até 2025. “Agora está nas mãos do prefeito tirar essa política do papel”, enfatizou.

  • Aprovado em 1º turno o projeto de Marcela Trópia que prevê mais transparência no site da Prefeitura de BH

    Com foco em mais transparência nas ações da prefeitura em situações de calamidade pública, a vereadora do NOVO em Belo Horizonte Marcela Trópia teve aprovação de seu projeto o projeto “BH de Olhos Abertos”, que prevê um portal exclusivo dentro do site da prefeitura.

    O portal BH de Olhos Abertos deverá ser atualizado em tempo real, de maneira organizada e integrada, num painel de gestão e monitoramento das atividades desenvolvidas na cidade.

    PL BH de Olhos Abertos agora passará novamente pelas Comissões de Legislação e Justiça, Administração, Saúde, Orçamento e Finanças e depois retorna ao Plenário para ser votado em 2º turno. Se aprovado, vai à sanção da Prefeitura de Belo Horizonte.

  • BH de Olhos Abertos: Marcela Trópia propõe mais transparência no site da Prefeitura de BH

    Com foco em mais transparência nas ações da prefeitura em situações de calamidade pública, a vereadora do NOVO em Belo Horizonte Marcela Trópia protocolou o projeto “BH de Olhos Abertos”, que prevê um portal exclusivo dentro do site da prefeitura.

    Segundo a proposta, o portal deverá ser atualizado em tempo real, de maneira organizada e integrada, num painel de gestão e monitoramento das atividades desenvolvidas na cidade.

    “Não é de hoje que nós vereadores e os cidadãos de Belo Horizonte não conseguimos entender como está acontecendo o combate à pandemia na cidade. Não há clareza sobre o número de leitos ampliados, sobre as vacinas adquiridas e aplicadas, muito menos sobre como as decisões de abertura e fechamento estão sendo tomadas”, explica a vereadora

    O projeto de Marcela visa evitar a desinformação e já poderá começar a valer para o atual contexto, caso seja aprovado.

    Pontos fundamentais da proposta

    • Divulgação detalhada de contratações emergenciais boletim epidemiológico e assistencial;
    • Lista de hospitais e centros de atendimento à população com a quantidade de casos atendidos por cada um;
    • Quantidade de insumos da área da saúde em estoque em processo de aquisição;
    • Relação de laboratórios e hospitais autorizados a realizar testes para diagnóstico da doença e a quantidade de testes realizados;
    • Atualização diária dos índices de mortalidade e testar agem da população;
    • Quantidade de leitos de UTI ocupados em relação ao total disponível para tratamento da doença;
    • Total de cerimônias de sepultamento e números de atestado de óbito expedidos;
    • Informativos com os protocolos sanitários definidos para cada atividade no município;
    • Orientações oficiais das autoridades do sistema único de saúde;
    • Notas detalhados sobre a campanha de vacinação com dados sobre o planejamento execução evolução e prestação de contas das ações implementadas;
    • Plataforma para consultas e orientações médicas através de tele atendimento;
    • Cartilhas educativas recomendações de boas práticas internacionais;
    • Relatório sobre ações de enfrentamento a doença contendo detalhamento dos recursos recebidos e gastos realizados a ideia é reunir irmos no mesmo lugar o maior número de dados para facilitar o acesso às informações e fiscalização das ações da prefeitura.
  • Por que inovação nos transportes assusta tanto?

    A inovação nos transportes pode ser vista na atuação de empresas como a Uber, a Buser e a 99, que têm mais características em comum do que o fato de terem transformado o segmento de transportes do Brasil.

    Todas elas também passaram – algumas ainda passam – por tentativas de regulação excessiva por parte do Poder Público, que podem tornar tais negócios inviáveis.

    A Assembleia Legislativa de Minas Gerais foi palco de mais uma dessas tentativas, ao aprovar um projeto de resolução que suspende o Decreto da Liberdade nos Transportes.

    Inovação nos transportes deveria ser unanimidade

    O decreto, publicado pelo governo Zema, visava eliminar burocracias e regulações sem sentido no setor de fretamentos. Por exemplo, acabar com a necessidade de se entregar a lista de passageiros com 12 horas de antecedência ou com a obrigatoriedade do circuito fechado (mesmos passageiros na ida e na volta).

    Na prática, Zema pretendia acabar com regras antiquadas que prejudicam o mercado desse segmento em Minas Gerais. Exemplo dos serviços que fazem parte desse mercado são o transporte de funcionários, as vans de viagem e o da Buser.

    Não é a primeira vez que a liberdade econômica e a inovação nos transportes sofre reveses como esse por aqui. Em 2018, tramitou na Câmara Municipal de Belo Horizonte um projeto de lei enviado pelo ex-prefeito Alexandre Kalil que pretendia regulamentar os aplicativos de transporte na cidade. A proposição trazia medidas como a limitação de veículos com apenas 6 anos de uso e a proibição de viagens coletivas (como o Uber Juntos).

    Após longo conflito entre Prefeitura, sindicatos e motoristas de aplicativo, o projeto foi aprovado e a lei sancionada pelo prefeito, mesmo apresentando pontos considerados inconstitucionais.

    Há quem pense que essas regras são positivas mas, na prática, elas podem tornar novos negócios inviáveis. Em outras palavras, o excesso de burocracia e a regulamentação abusiva no setor de transportes está diretamente ligada aos problemas de mobilidade que enfrentamos. no nosso dia a dia.

    Confira: pauta da mobilidade do mandato Marcela Trópia

    Sem liberdade, setor de transportes seguirá sendo problemático

    Não há como negar que a mobilidade é um desafio histórico do Brasil, seja dentro dos centros urbanos, entre municípios ou até interestadual. Uma das principais causas desses problemas é o excesso de regulação no setor, que inibe a inovação, prejudica o surgimento de novos negócios e favorece a manutenção dos mesmos players no mercado.

    No caso de Belo Horizonte, para além dos cansativos congestionamentos, especialmente no hipercentro, enfrentamos também a falta de opções de transporte e a pouca ou nula integração entre as existentes. Quem se locomove na capital e não quer (ou não pode) ter seu próprio veículo, pode optar apenas pelo ônibus, a linha única do metrô, táxi e os aplicativos.

    Outro problema é que as linhas de ônibus não são integradas com ciclovias, por exemplo, e o cartão que atende o município não é aceito pelas linhas da região metropolitana.

    Com um mercado extremamente fechado, qualquer tipo de inovação nos transportes que surja como alternativa aos modelos vigentes é rapidamente afugentada. Foi o que aconteceu com as bicicletas e patinetes compartilhados, cujas empresas deixaram a cidade diante do risco do aumento da regulamentação.

    Além disso, certas inovações no transporte são literalmente proibidas, como o Uber Juntos, em que o usuário pode pagar uma corrida compartilhada mais barata.

    Por que desburocratizar o fretamento incomoda tanto?

    Em nível estadual, Minas Gerais enfrenta problemas semelhantes. O transporte intermunicipal ainda é precário, com linhas monopolizadas pelas mesmas empresas há anos. Mas o monopólio não decorre da eficiência das atuais operadoras de ônibus, cujos preços ou qualidade do serviço inibiriam a tentativa de novos concorrentes se instalarem.

    Ou seja, ele é artificial, criado pelas regras que regem o setor e impedem o surgimento de concorrentes.

    No âmbito das linhas de rodoviária, o problema reside no fato de que a opção legal é pelo modelo de concessão, ao invés de autorização.

    Isso significa que as linhas são leiloadas para quem paga o maior valor ao estado em troca do direito exclusivo de exploração do trecho. Por isso, para arrecadar um valor imediato com a concessão, o estado mata a concorrência por vinte, às vezes trinta anos.

    Isto beneficia o governante da ocasião, pois arrecada um recurso extra. Também é bom para o empresário de ônibus que consegue a garantia de que só os grandes poderão participar do mercado. Assim, a lei protege os lucros da operação por décadas, sem precisar se preocupar com concorrentes.

    Leia também: O Pai Ausente do transporte público em Belo Horizonte

    No final, a população sai prejudicada

    Quem arca com o prejuízo é o passageiro, pois é óbvio que o valor pago pelo empresário de ônibus no leilão entra em sua planilha de custos. Dessa forma, é repassado para o preço da passagem nos anos futuros, encarecendo-a artificialmente.

    Por isso, com toda a certeza, repensar o modelo de concessões seria o ideal. Só para ilustrar, nas autorizações, um modelo melhor, não há pagamento de qualquer valor em leilão e nem garantia de exclusividade na rota. Qualquer um que atenda aos requisitos de segurança e qualidade do serviço pode operar.

    É como deveriam funcionar as linhas de rodoviária em um cenário no qual políticos e grandes empresários não tivessem tantos interesses comuns.

    O mercado de frete, com os populares “ônibus de excursão”, funcionam dessa forma. É assim no mercado de frete, os populares “ônibus de excursão”. Nesse sentido, se o frete opera sob o regime de autorização e tem liberdade para a entrada de concorrentes, surge o questionamento: por que o setor é conhecido como ônibus de excursão e não como alternativa às linhas de rodoviária?

    Novamente, por causa das regras do setor.

    Regras que travam a inovação

    A legislação mineira, feita sob medida para proteger os lucros das linhas de rodoviária, estabelecia várias limitações ao serviço de frete. Isso impedia que ele se tornasse uma alternativa real de transporte para quem desejasse pagar menos, ter mais opções de conforto, destinos e horários.

    Por exemplo, uma dessas regras era a exigência de que o mesmo grupo que fizesse a viagem de ida fizesse também a viagem de volta. Além disso, tinha a exigência de que todos estivessem viajando com a mesma finalidade (assistir ao um show, por exemplo).

    Isso reduzia drasticamente a quantidade de pessoas que poderiam utilizar o serviço, empurrando artificialmente passageiros para a rodoviária. Outro exemplo era a exigência que a lista de passageiros fosse comunicada com doze horas de antecedência para a autoridade fiscalizadora.

    A princípio, isso fazia sentido na época que a fiscalização precisava imprimir todas as listas e levar consigo quando saísse para seus plantões. Mas em tempos de internet e smartphones, essa antecedência deixou de fazer qualquer sentido.

    Exemplo do que deve ser feito

    Em janeiro de 2021, o governo Zema editou o Decreto nº 48.121/21 para derrubar o que era sem sentido. Assim, a porta para permitir a expansão dos pequenos negócios de frete e de pesos pesados da tecnologia como a Buser foi aberta.

    Em pouco menos de seis meses de vigência e em meio a uma pandemia, essa simples mudança serviu para atrair mais de R$100 milhões em investimentos no transporte em Minas.

    Ou seja, isso mais que dobrou o número de cidades conectadas por ônibus, via serviço de frete, gerou milhares de novos empregos e permitiu que centenas de milhares de pessoas viajassem pagando menos.

    No final das contas, o balanço foi deixar mais dinheiro no bolso do cidadão e distribuir o lucro para mais de cinco mil pequenos empreendedores espalhados pelo estado.

    Mais uma vez, a inovação nos transportes incomoda

    Mesmo sem derrubar todas as restrições sem sentido, o novo decreto do frete do governo Zema encontrou forte oposição no mundo político. No dia 14/07/2021, o novo decreto do frete foi revogado pela Assembleia Legislativa, que aprovou o Projeto de Resolução nº 109/2021 do deputado Alencar da Silveira Jr.

    A tramitação foi carregada de discursos contra a Buser e contra a concorrência no setor de transportes por ônibus. A votação foi feita na esteira de uma decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE), que havia declarado o novo decreto ilegal e suspendido sua vigência.

    No dia seguinte à votação na Assembleia, o Poder Judiciário derrubou a decisão do TCE, afirmando que ele próprio agiu ilegalmente por fazer o que não tinha poderes para fazer. Isto é, desde 1988 os Tribunais de Contas não têm poderes para declarar normas legais ou ilegais.

    O Judiciário declarou, também, que o novo decreto estava de acordo com a Constituição e os limites da lei e era perfeitamente legal. Tarde demais.

    Agora uma nova legislação é necessária para restaurar a liberdade no setor. Será feita, e é essencial que se respeite a inovação e que se coloque o interesse do passageiro em primeiro lugar, doa a quem doer.

    Não podemos frear a inovação nos transportes

    Quando falamos em mobilidade, é fundamental colocar no centro da discussão o ator mais importante: o passageiro. Na prática, o cidadão que usa o ônibus, o metrô, o táxi ou o carro próprio deseja conseguir chegar ao seu destino de maneira rápida, previsível e confortável.

    Ele certamente coloca esses elementos como critérios de qual opção vai utilizar quando tem a chance de escolher. O transporte por aplicativo provocou fortes mudanças no setor de mobilidade justamente por permitir uma série de comodidades.

    Por exemplo, o usuário passou a poder comprar a passagem a preços muito mais baratos, solicitar um carro em qualquer lugar da cidade pelo celular, pagar pelo cartão de crédito…

    Não é sem razão que a Uber já possui 1,5 milhões usuários ativos em Belo Horizonte (2019), nem é coincidência que a Buser tenha transportado, apenas no primeiro semestre de 2021, mais de 430 mil passageiros em Minas Gerais (em viagens intermunicipais e interestaduais partindo do estado).

    Precisamos admitir que as pessoas fizeram uma escolha de consumir os serviços dessas empresas. Antes de tudo, isso não porque são a única opção no mercado, mas porque oferecem algo de valor.

    Ignorar essa realidade e frear o crescimento de negócios inovadores em favor dos modelos de transporte pré-existentes é tentar colocar amarras no mercado de inovação nos transportes. A história já demonstrou que, quem tenta fazer isso, ainda que tenha vitórias parciais no meio da caminho, inevitavelmente alcança apenas o fracasso.

    Afinal, leis e regras abusivas podem até tentar limitar o mercado, mas, no fim do dia, a escolha está nas mãos dos indivíduos. A suspensão do Decreto da Liberdade nos Transportes seguirá pelo mesmo caminho.

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    Artigo escrito em coautoria com o deputado estadual Guilherme da Cunha, do NOVO de Minas Gerais.
  • Marcela Trópia realiza audiência pública com especialistas para discutir o abandono e a evasão escolar em BH

    A Comissão de Educação da Câmara Municipal de Belo Horizonte, presidida pela vereadora Marcela Trópia, realizou na última quinta-feira, dia 26, em ambiente virtual, uma Audiência Pública para discutir o problema da evasão e do abandono escolar na capital mineira.

    O evento contou com a participação dos especialistas Ricardo Paes de Barros (Insper), Cláudia Maria Costin (FGV); Carolina Campos (Vozes pela Educação) e Bárbara Panseri (Fundação Lemann).

    Além destes, também foram convidadas a secretária municipal de Educação de Belo Horizonte, Ângela Dalben, a secretária Estadual de Educação de Minas Gerais, Julia Sant’Anna, e a secretária Municipal de Educação de Fortaleza, Dalila Freitas.

    Uma pesquisa do C6 Bank/Datafolha, realizada entre novembro e dezembro de 2020, aponta que, durante a pandemia, em 2020, 4 milhões de estudantes brasileiros, entre 6 e 34 anos, abandonaram os estudos. Desses, mais de 17% não pretendiam voltar a estudar neste ano, o que configura a evasão. Muitos perderam o interesse pelos estudos, não tiveram acesso a qualquer aula, não se adaptaram ao ensino remoto, ou tiveram que começar a trabalhar para ajudar na renda familiar e deixaram os estudos de lado.

    “O atual cenário de pandemia agravou ainda mais a situação, sobretudo pelo longo fechamento das escolas e a dificuldade da Prefeitura em estabelecer um ensino à distância de maneira estruturada. Precisamos continuar garantindo o retorno seguro das aulas presenciais, mas também pensar nos alunos que abandonaram os estudos no meio do caminho e como contornar essa situação para que não tenhamos mais desistências”, afirmou a vereadora Marcela Trópia.

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    Equipe Marcela Trópia