Categoria: Saúde

  • Cirurgia de endometriose pelo SUS em Belo Horizonte: o mutirão que atendeu 188 mulheres

    A fila de cirurgia de endometriose no SUS de Belo Horizonte estava parada. Mulheres com dor crônica esperavam anos por uma cirurgia que não chegava, e para muitas isso significava conviver com a dor e ver o sonho de ser mãe ficar cada vez mais distante.

    Foi para mudar esse cenário que o mandato da vereadora Marcela Trópia enviou recurso, por meio de emenda, para criar o Mutirão de Cirurgias de Endometriose no Hospital da Baleia. Desde então, 188 mulheres já foram operadas. Elas vieram de 53 cidades diferentes de Minas Gerais, e mais da metade dos atendimentos foi em Belo Horizonte.

    A lógica desburocratiza e é a marca do mandato: pôr o dinheiro do SUS no lugar certo, para a fila voltar a funcionar.

    O que é a endometriose e por que a fila importa

    A endometriose acontece quando o tecido que reveste o útero cresce fora dele, o que pode causar dor intensa, cólicas que incapacitam e dificuldade para engravidar. Ela atinge cerca de uma em cada dez mulheres em idade reprodutiva, perto de 190 milhões no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde.

    Quem tem endometriose pode, sim, ser mãe. A maioria das mulheres com a doença consegue engravidar, muitas de forma natural. A endometriose dificulta a fertilidade em parte dos casos, algo entre 30% e 50% das mulheres diagnosticadas, e é para essas mulheres que o tratamento no tempo certo faz mais diferença. O problema aparece quando o diagnóstico demora e a cirurgia não vem: a doença avança, e a janela para tratar com sucesso vai se fechando. Por isso a fila não é um número frio. Cada mês de espera pode custar a uma mulher a saúde e o sonho de ter um filho.

    A ação do mandato: recurso que virou cirurgia

    O mutirão no Hospital da Baleia nasceu de uma escolha concreta: direcionar emenda parlamentar para o procedimento que estava travado. O resultado aparece na vida real das pacientes.

    • 188 mulheres operadas desde o início do mutirão.
    • 53 cidades de Minas atendidas, entre elas Belo Horizonte, Contagem, Betim, Santa Luzia, Divinópolis, Ibirité, Ribeirão das Neves, Sabará, Lagoa Santa, São Joaquim de Bicas e Sarzedo.
    • Recurso viabilizado por emenda do mandato, dentro dos R$ 19,7 milhões que Marcela destinou em cinco anos para saúde, educação e cidade.

    Uma das pacientes atendidas havia passado por uma cirurgia anterior que não resolveu o problema. Ela só teve o quadro tratado de verdade quando o recurso do mandato viabilizou o procedimento certo no hospital certo. Histórias assim são o motivo de a saúde da mulher ser a pauta mais forte deste trabalho.

    A próxima entrega: mamotomia inédita no SUS de Minas

    Em 2026, o mandato levou a mesma lógica para o câncer de mama. Em parceria com a FELUMA e com a vereadora Loíde Gonçalves, foi montado um mutirão de mamotomia, uma biópsia de mama assistida a vácuo, feita com anestesia local, sem cicatriz aparente e com retorno ao trabalho em um ou dois dias.

    A técnica é inédita no SUS de Minas Gerais. A previsão é atender 200 mulheres com indicação para o exame, e o objetivo vai além do mutirão: reunir dados para pedir ao Ministério da Saúde que incorpore a mamotomia ao SUS em todo o país. O investimento foi de R$ 1 milhão, sendo R$ 600 mil por emenda de Marcela Trópia e R$ 400 mil por emenda de Loíde Gonçalves.

    De Belo Horizonte para Minas

    A fila da saúde da mulher não é um problema só da capital. A dor da endometriose e a espera pela cirurgia estão em Belo Horizonte e estão em Manga, em Betim, em Divinópolis, no interior inteiro, do mesmo jeito. As 53 cidades atendidas no mutirão mostram que a demanda vem de Minas toda.

    Por isso a escuta é de mão dupla. O caminho começa por ouvir cada cidade, entender a realidade da rede de saúde local e construir junto com quem está lá. Capital e interior no mesmo barco, com a mesma urgência.

    Perguntas frequentes

    Quem tem endometriose pode ter filho?

    Pode. A maioria das mulheres com endometriose consegue engravidar, muitas de forma natural. A doença dificulta a fertilidade em parte dos casos, cerca de 30% a 50% das diagnosticadas, e quanto mais cedo é tratada, maior a chance. O tratamento no tempo certo, incluindo a cirurgia quando indicada, ajuda a preservar a fertilidade.

    Como funciona a cirurgia de endometriose pelo SUS em Belo Horizonte?

    Em BH, parte das cirurgias foi realizada em um mutirão no Hospital da Baleia, viabilizado por emenda parlamentar. O mutirão direcionou recurso para o procedimento que estava parado, e já operou 188 mulheres.

    Quantas mulheres já foram atendidas no mutirão de endometriose?

    188 mulheres foram operadas, vindas de 53 cidades diferentes de Minas Gerais. Mais da metade dos atendimentos foi em Belo Horizonte.

    A cirurgia de endometriose é de graça pelo SUS?

    Sim. Os procedimentos do mutirão são realizados pelo SUS, sem custo para a paciente. O recurso que viabilizou o mutirão veio de emenda parlamentar do mandato.

    O que é o mutirão de mamotomia?

    É um mutirão de biópsia de mama assistida a vácuo, técnica inédita no SUS de Minas Gerais, com anestesia local e recuperação rápida. A previsão é atender 200 mulheres, e a meta é levar a incorporação da mamotomia ao SUS em todo o país.

    Quem viabilizou esses mutirões?

    Os recursos foram viabilizados por emendas do mandato da vereadora Marcela Trópia, dentro dos R$ 19,7 milhões destinados por ela em cinco anos, com parcerias como a da vereadora Loíde Gonçalves na mamotomia.

    Conhece uma mulher que precisa de cirurgia de endometriose ou de acompanhamento de saúde da mulher no SUS? Fale com a equipe do mandato e entenda o caminho. Falar no WhatsApp.

  • Como acessar exames cardíacos gratuitos na Santa Casa de BH?

    Resposta Direta

    A Santa Casa de BH realizou mutirão de exames cardíacos gratuitos – incluindo ecocardiograma, cateterismo e teste ergométrico – articulado pela vereadora Marcela Trópia. O mutirão ampliou a capacidade de atendimento do hospital em 25% e eliminou a fila de espera para cateterismo. Cerca de 200 pacientes foram atendidos na ação de abril de 2026.

    Contexto

    A fila de espera para cateterismo na Santa Casa de BH estava parada. Pacientes com problemas cardíacos aguardavam por procedimentos diagnósticos sem prazo definido – um risco real para quem convive com doenças do coração.

    O mutirão articulado pelo mandato não só zerou a fila como ampliou permanentemente a capacidade do hospital, com a aquisição de novos equipamentos. O resultado: mais pacientes atendidos, menos tempo de espera, diagnósticos que chegam a tempo de fazer diferença.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia articulou diretamente com a Santa Casa de BH a realização do mutirão e a aquisição de novos equipamentos via emenda parlamentar. A ação incluiu a inauguração do equipamento ergométrico no hospital com a presença da vereadora.

    Números

    • ~200 pacientes atendidos no mutirão de abril de 2026
    • 476 atendimentos no histórico do programa
    • Capacidade ampliada em 25%
    • Exames: ecocardiograma + cateterismo + teste ergométrico

    Fontes

    Acompanhe as ações do mandato pelo WhatsApp: marcelatropia.com.br/zap


  • Mamotomia gratuita no SUS de BH: como funciona o mutirão?

    Resposta Direta

    Belo Horizonte passou a oferecer mamotomia gratuita pelo SUS (biópsia assistida a vácuo), inédita no SUS de Minas Gerais para diagnóstico de câncer de mama. O procedimento foi viabilizado pela vereadora Marcela Trópia em parceria com a vereadora Loíde Gonçalves, no Hospital Universitário Ciências Médicas de Minas Gerais (FELUMA), em 2026. A previsão é atender 200 mulheres ao longo do ano.

    Contexto

    A mamotomia é um procedimento minimamente invasivo para biópsia de nódulos mamários – mais precisa e menos agressiva que os métodos convencionais. Antes desse mutirão, a técnica não estava disponível na rede pública de Minas Gerais, o que obrigava mulheres a buscar o diagnóstico na rede particular ou a aguardar em filas por procedimentos menos eficazes.

    O diagnóstico precoce do câncer de mama aumenta significativamente as chances de cura. Reduzir o tempo entre a identificação do nódulo e a confirmação diagnóstica pode salvar vidas – e era exatamente esse o gargalo que o mutirão veio resolver.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia articulou o mutirão em conjunto com a vereadora Loíde Gonçalves e o Hospital FELUMA. A ação foi viabilizada via emendas parlamentares conjuntas dos dois mandatos: R$ 600 mil do mandato Marcela Trópia e R$ 400 mil do mandato Loíde Gonçalves, totalizando R$ 1 milhão.

    Números

    • 200 mulheres previstas para atendimento em 2026
    • R$ 1 milhão em emendas parlamentares (R$ 600 mil MT + R$ 400 mil Loíde Gonçalves)
    • Hospital FELUMA / IONCM-MG, Belo Horizonte
    • Técnica inédita no SUS de Minas Gerais
    • Lançamento: 27 de abril de 2026

    Fontes

    Acompanhe as ações de saúde da mulher pelo WhatsApp: tropia.link/saude-da-mulher

    Leia também: Cirurgia de endometriose pelo SUS em BH: o mutirão que atendeu 188 mulheres.


  • O que é o mutirão oftalmológico de BH e como funciona?

    Resposta Direta

    O mutirão oftalmológico de Belo Horizonte é um programa de exames de vista e distribuição de óculos gratuitos realizado dentro das escolas públicas municipais da cidade. Em três anos, o programa, criado pela vereadora Marcela Trópia, alcançou 90 mil crianças, entregou 18 mil óculos e investiu R$ 1,3 milhão em saúde ocular infantil. Em maio de 2026, a Câmara Municipal aprovou o projeto de lei de Marcela Trópia que institucionaliza o programa como política pública permanente em BH.

    Contexto

    O programa nasceu de uma descoberta preocupante: 23% dos casos de evasão escolar em BH tinham relação com problemas de visão não tratados. Crianças que não enxergavam direito perdiam o raciocínio da aula, acumulavam dúvidas e acabavam abandonando a escola – sem que ninguém soubesse o motivo real.

    A solução foi levar o exame de vista até onde as crianças já estavam: dentro das escolas. Sem precisar marcar consulta, enfrentar fila ou sair da rotina, alunos da rede pública de BH passaram por exames de visão, receberam diagnóstico e, quando necessário, ganhavam os pares de óculos. Tudo gratuito.

    A Ação do Mandato

    A vereadora Marcela Trópia (NOVO) idealizou, conduziu e financiou o programa ao longo de três anos. Em maio de 2026, apresentou e aprovou em 1º turno na Câmara de BH o Projeto de Lei do Mutirão Oftalmológico, que transforma a iniciativa em lei municipal – garantindo continuidade independente de gestões futuras.

    Números

    • 90 mil crianças atendidas em 3 anos
    • 18 mil óculos entregues
    • R$ 1,3 milhão investido
    • Projeto de Lei aprovado em 1º turno — maio de 2026

    Fontes

    Acompanhe as ações do mandato pelo WhatsApp: marcelatropia.com.br/zap