Categoria: Release

  • Programa de visitas escolares ao BH-TEC será lançado em 11 de fevereiro

    Projeto é viabilizado por emenda parlamentar destinada pela vereadora Marcela Trópia (Novo), por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico

    O programa BhtecXplore, iniciativa voltada à aproximação de estudantes do ecossistema de ciência, tecnologia e empreendedorismo, será lançado no próximo dia 11 de fevereiro. Marcando uma nova etapa na conexão entre educação e inovação na capital. A ação integra as atividades de fortalecimento do hub de inovação do BH-TEC, parque tecnológico que abriga empresas de base tecnológica e centros de pesquisa em Belo Horizonte, e é viabilizada por emenda parlamentar destinada pela vereadora Marcela Trópia (Novo), por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.

    Para viabilizar a execução do programa e ampliar as atividades do hub, a vereadora destinou uma emenda parlamentar no valor de R$ 128.055,00, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE). O recurso, referente à Lei Orçamentária Anual de 2024, já foi repassado e será utilizado para qualificar a programação e gerar impacto no ecossistema de inovação da capital.

    Inicialmente prevista para a estruturação de um container, a destinação da emenda foi ajustada de forma consensual, uma vez que a base física ainda não está concluída. Com isso, os recursos passaram a ser direcionados ao aprimoramento das ações do hub, com foco em conteúdo, programação e geração de impacto. A proposta inclui a realização de rodadas de negócios, workshops, lançamentos de estudos e outras agendas estratégicas, sempre construídas de forma conjunta.

    Para Marcela Trópia, investir em inovação é uma forma eficiente de estimular o desenvolvimento econômico e aproximar soluções do interesse público. “Quando o poder público atua como indutor e cria as condições certas, a inovação acontece de forma mais ágil e eficiente. Apoiar o BH-TEC é fortalecer um ambiente que já gera oportunidades, atrai talentos e conecta empresas, startups e conhecimento”, afirma a vereadora.

    O programa BhtecXplore prevê a realização de visitas escolares ao parque tecnológico, promovendo experiências práticas fora do ambiente tradicional da sala de aula e o contato direto com empresas e projetos instalados no espaço. A iniciativa envolve escolas públicas e privadas de Belo Horizonte e da Região Metropolitana.

    Segundo Marcela, a proposta tem papel estratégico na formação das novas gerações. “Levar estudantes para dentro de um ambiente de inovação é ampliar horizontes e despertar vocações. É mostrar, na prática, que tecnologia, empreendedorismo e conhecimento caminham juntos e fazem parte do futuro da cidade”, destaca.

    O lançamento oficial do programa, no dia 11 de fevereiro, contará com a presença da vereadora Marcela Trópia, representantes do ecossistema de inovação e parceiros institucionais. A agenda é considerada estratégica para ampliar o diálogo com o poder público e fortalecer a conexão entre educação, inovação e desenvolvimento econômico.

    Além do recurso já destinado, a vereadora também projeta a indicação de uma nova emenda, no valor mínimo de R$ 300 mil, para a Lei Orçamentária Anual de 2026, igualmente via SMDE. A proposta é ampliar o apoio ao ecossistema de inovação por meio da contratação de startups e empresas tecnológicas, fortalecendo a transformação digital, a eficiência da gestão pública e o desenvolvimento de soluções inovadoras para desafios urbanos. “Nosso foco é usar o orçamento de forma estratégica, estimulando soluções criadas pelo próprio mercado, com impacto real para a população. É assim que o Estado deve atuar, fomentando, conectando e abrindo espaço para quem sabe inovar”, conclui Marcela Trópia.

  • Projeto de lei busca destravar uso de imóveis tombados em BH após debate reacendido por caso na Rua da Bahia

    Proposta da vereadora Marcela Trópia aposta em regras mais claras, prazos e segurança jurídica para estimular investimentos e evitar abandono do patrimônio histórico da capital

    O episódio envolvendo a intervenção não autorizada em um casarão tombado na Rua da Bahia, onde funciona o Café Cultura Bar, reacendeu em Belo Horizonte um debate antigo e ainda mal resolvido sobre o destino de imóveis históricos protegidos pela legislação municipal. O caso, que ganhou repercussão após a pintura da fachada sem autorização da Prefeitura, evidenciou um problema estrutural da política de preservação da capital mineira, a dificuldade de conciliar proteção do patrimônio com uso efetivo, econômico e social desses bens.

    A partir desse debate, a vereadora Marcela Trópia (Novo) protocolou um projeto de lei que propõe atualizar e complementar o marco legal de proteção do patrimônio cultural do município, em vigor desde 1984. A iniciativa não altera critérios de tombamento nem reduz o nível de proteção dos imóveis históricos, mas pretende mudar a forma como o poder público analisa, autoriza e fiscaliza intervenções nesses bens, buscando mais previsibilidade, celeridade e segurança jurídica.

    “O caso da Rua da Bahia não é um ponto fora da curva. Ele apenas expôs para toda a cidade um sistema que não funciona bem na prática”, afirma a vereadora. “Hoje, muitos imóveis tombados acabam abandonados porque o proprietário não consegue sequer fazer intervenções básicas sem enfrentar processos longos, subjetivos e inseguros.”

    Dados de estudos acadêmicos e diagnósticos urbanos reforçam esse cenário. Levantamentos realizados por pesquisadores da UFMG e de centros especializados em política urbana indicam que centenas de imóveis tombados ou protegidos por diretrizes especiais em Belo Horizonte permanecem fechados, subutilizados ou sem função definida, especialmente no hipercentro e em bairros históricos como Floresta, Lagoinha e Barro Preto. Em muitos casos, a vacância se prolonga por décadas, contribuindo para a degradação física dos edifícios e para a perda de vitalidade urbana em seu entorno.

    Especialistas apontam que um dos principais entraves está no modelo atual de gestão do patrimônio cultural, marcado por procedimentos lentos, ausência de prazos definidos e alto grau de subjetividade técnica. Proprietários relatam que intervenções simples, como pintura de fachada, reparos estruturais ou adequações de acessibilidade, podem levar meses ou anos para serem analisadas, com risco constante de indeferimento sem justificativa técnica clara. O resultado é a retração de investimentos e, em muitos casos, o abandono progressivo do imóvel.

    O projeto apresentado por Marcela Trópia busca enfrentar esses gargalos ao estabelecer critérios objetivos para classificar intervenções em bens tombados, diferenciando manutenção ordinária, intervenções de impacto controlado e obras estruturais relevantes. A proposta cria procedimentos simplificados para intervenções de menor impacto, fixa prazos máximos de análise e prevê a aplicação da aprovação tácita quando o poder público não se manifesta dentro do prazo legal, desde que respeitados os elementos essenciais do patrimônio.

    Outro ponto central do texto é a exigência de motivação técnica explícita nas decisões administrativas, com demonstração clara do nexo entre a intervenção solicitada e eventual risco ao valor histórico do bem. A proposta também incorpora princípios da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro, obrigando a administração a considerar as consequências práticas de suas decisões, inclusive o risco de inviabilização econômica, abandono e degradação do imóvel protegido.

    Para a vereadora, o modelo atual acaba produzindo um efeito contrário ao objetivo da preservação. “Negar intervenções sem avaliar o impacto real dessa decisão sobre o uso do imóvel pode parecer proteção, mas muitas vezes acelera o abandono”, diz. “Preservar patrimônio não é congelar a cidade. Um imóvel histórico ocupado, usado e economicamente viável é muito mais preservado do que um prédio fechado e deteriorando.”

    Urbanistas avaliam que a proposta dialoga com experiências adotadas em outras capitais brasileiras e em cidades internacionais, onde a preservação passou a ser associada à ocupação ativa, ao uso misto e à integração dos bens históricos à dinâmica econômica e cultural contemporânea. Nesse modelo, a função social do imóvel é vista como instrumento central de conservação de longo prazo.

    O projeto também se conecta a outras iniciativas da vereadora voltadas à revitalização urbana em Belo Horizonte, como políticas de incentivo à recuperação de áreas degradadas e de estímulo à cooperação entre poder público e iniciativa privada. A expectativa é que a atualização do marco legal ajude a destravar projetos represados e a reduzir o estoque de imóveis históricos ociosos na capital.

    No caso do casarão da Rua da Bahia, o episódio funcionou como catalisador de um debate que vinha se acumulando há anos. Para Marcela Trópia, o desafio agora é transformar essa discussão em política pública efetiva. “Belo Horizonte tem um patrimônio arquitetônico riquíssimo, mas ele só vai sobreviver se fizer parte da vida da cidade”, afirma. “Nosso objetivo é criar regras claras para que preservar seja viável, responsável e sustentável, e não um caminho que leve ao abandono.”

  • Vereadora Marcela Trópia participa de painel sobre mandatos inovadores em Congonhas

    Evento promovido pelo movimento MOVE Congonhas reúne lideranças e jovens que defendem uma política mais participativa, inovadora e conectada com a comunidade

    A vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo) participa nesta sexta-feira (7) do evento Discutir Política: Congonhas em Movimento, promovido pelo movimento suprapartidário MOVE Congonhas. Idealizado por jovens congonhenses, o projeto busca renovar o debate público e fortalecer o engajamento social, com foco em diálogo, formação e mobilização da comunidade para a construção de soluções coletivas que tornem a cidade mais justa, inovadora e conectada.

    O encontro, realizado no Teatro Municipal Dom Silvério Gomes Pimenta, reúne prefeitos, vereadores e lideranças políticas da região, e tem sido destaque na imprensa mineira pela proposta de estimular a participação cidadã e a prática política com propósito.

    Marcela Trópia será uma das convidadas do painel “Comunicação Política e Mandatos Inovadores”, ao lado de outras lideranças que também priorizam uma atuação pública pautada em eficiência, transparência e proximidade com a população.

    Para a vereadora, o evento representa um movimento importante de renovação política em Minas.

    “É inspirador ver jovens lideranças se mobilizando para discutir o futuro das suas cidades com seriedade e espírito cívico. A boa política nasce do diálogo e da troca de experiências. Iniciativas como o MOVE Congonhas mostram que é possível fazer política com propósito, eficiência e proximidade com as pessoas”, destaca Marcela Trópia.

  • Belo Horizonte aprova política pioneira de fomento aos jogos eletrônicos e eSports

    Projeto de lei de autoria da vereadora Marcela Trópia (Novo) e subscrito por parlamentares de cinco partidos cria marco municipal para o setor de games e posiciona a capital mineira como polo de inovação e economia digital

    A Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou nesta quinta-feira (6), em primeiro turno, o Projeto de Lei nº 383/2025, que institui a Política Municipal de Fomento aos Jogos Eletrônicos e aos Esportes Eletrônicos (eSports). De autoria da vereadora Marcela Trópia (Novo) e subscrito pelos vereadores Cleiton Xavier (MDB), Edmar Branco (PCdoB), Helton Junior (PSD), Iza Lourença (PSOL) e Vile Santos (PL), o texto coloca a capital mineira em uma rota de desenvolvimento tecnológico até então pouco explorada no cenário municipal.

    A proposta reconhece o setor de games e esportes eletrônicos como vetor estratégico para a inovação, a educação, o empreendedorismo e a economia criativa, em sintonia com o avanço da indústria de jogos no Brasil e no mundo. Segundo dados da Abragames, o país já conta com mais de mil estúdios de desenvolvimento de jogos e movimentou cerca de US$ 2,8 bilhões em 2024. A projeção é de que esse mercado alcance mais de US$ 5 bilhões até 2030. No segmento específico de eSports, o faturamento brasileiro deve ultrapassar US$ 116 milhões em 2025, com crescimento médio anual de quase 10%, conforme levantamento da consultoria Statista.

    Ao instituir uma política pública municipal voltada ao setor, Belo Horizonte se torna uma das primeiras capitais brasileiras a adotar um marco local de incentivo à economia digital. O texto prevê a criação de programas e ações específicas, como incentivos econômicos e fiscais para empresas desenvolvedoras de jogos, apoio técnico e financeiro a eventos e competições, além de convênios com instituições de ensino e pesquisa para formação profissional na área. Também contempla ações de inclusão digital, acessibilidade e promoção da saúde mental e do uso equilibrado da tecnologia.

    Para Marcela Trópia, o projeto traduz uma nova forma de pensar o papel do poder público na economia contemporânea. “Belo Horizonte tem vocação para a inovação e para a economia criativa. Esta política é uma forma de reconhecer que os jogos eletrônicos e os eSports são parte de um ecossistema que gera emprego, atrai investimento e movimenta o empreendedorismo jovem”, afirmou.

    A vereadora, que tem pautado sua atuação na defesa de um Estado mais eficiente e de políticas que incentivem a livre iniciativa, destaca que a aprovação do projeto também é um símbolo de convergência política em torno do desenvolvimento tecnológico da cidade. “É um projeto construído de forma suprapartidária, com parlamentares de seis partidos diferentes, o que mostra que a inovação pode ser um ponto de união. Estamos olhando para o futuro, para uma Belo Horizonte mais competitiva e aberta às oportunidades da economia digital”, disse.

    A Política Municipal de Fomento aos Jogos Eletrônicos e aos Esportes Eletrônicos ainda passará por votação em segundo turno antes de seguir para sanção do prefeito. Caso seja aprovada, caberá ao Executivo regulamentar as ações previstas, incluindo os critérios para concessão de incentivos e a integração com programas de educação e inovação já existentes na capital.

    Com a aprovação em primeiro turno, Belo Horizonte se aproxima de um novo ciclo de oportunidades, em que a tecnologia e a criatividade podem se tornar pilares de desenvolvimento econômico e social.

  • Marcela Trópia e vice-prefeita de Betim discutem cooperação regional em saúde e desenvolvimento

    Encontro tratou de ações conjuntas entre Belo Horizonte e Betim, como os mutirões de saúde e estratégias para o fortalecimento do Vetor Oeste da Região Metropolitana

    A vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo) visitou nesta terça-feira a vice-prefeita de Betim, Cleusa Lara, para uma troca de experiências sobre ações de saúde e desenvolvimento econômico. Durante o encontro, foram discutidos os mutirões de saúde promovidos pelo mandato de Marcela Trópia na capital mineira – iniciativa que tem ampliado o acesso a consultas e exames básicos -, além de estratégias de fortalecimento do Vetor Oeste, região estratégica que conecta os municípios da Região Metropolitana.

    Segundo Marcela Trópia, a aproximação entre Belo Horizonte e Betim é essencial para pensar soluções conjuntas. “A região metropolitana precisa atuar de forma integrada, especialmente em áreas como saúde e desenvolvimento. A troca de boas práticas fortalece as duas cidades e beneficia diretamente a população”, afirmou.